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Rede social universitária pode ajudar você nos planejamentos de aula

Já conhece o Passei Direto? Esse site pode ajudar muito nos seus planejamentos de aula. O site ainda conta com um aplicativo que você pode acessar de qualquer lugar.

O Passei Direto é uma rede social acadêmica colaborativa criada por universitários cariocas e conta com mais de 2 milhões de cadastrados. Apesar de ser voltada para o Ensino Superior você pode ver bons exemplos para o seu dia a dia na sala de aula.

O site entrou no ar em 2012 e com pouco tempo se tornou um sucesso entre os universitários. É possível acessar o conteúdo tanto pelo site quanto pela versão mobile e o melhor, tudo de forma gratuita. Basta se cadastrar e pronto!

Professores e alunos podem ser amigos nas redes sociais?

Não existe um consenso sobre como deve ser a relação de professores e alunos nas redes sociais. Eles podem ser amigos no Facebook? As informações pessoais divulgadas nas redes interferem na relação em sala de aula? As redes podem ser usadas a favor da aprendizagem? Divulgado em 2013, o documentário “Uma escola entre redes sociais” abordou o tema ao retratar o cotidiano de utilização do Facebook por professores e alunos do ensino médio do Colégio Estadual Brigadeiro Schoert, no Rio de Janeiro.

O objetivo era revelar as dinâmicas de como essa interação fora da escola acontece e para isso docentes e estudantes foram incentivados, em grupos, a debater o tema. O documentário é um dos resultados da pesquisa Redes Sociais na Escola, realizada pelo Observatório Jovem, da Universidade Federal Fluminense (UFF). “O espaço pedagógico da escola é pouco aberto para surpresas e as redes sociais nos abrem para o inesperado. A interação de professores e alunos nesse espaço permite que um conheça uma faceta do outro que não é demonstrada na escola”, afirma Paulo Carrano, coordenador do observatório e docente na faculdade e educação da UFF.

Assista ao documentário online:

Fonte: www.porvir.com.br

Como usar o Skype em sala de aula e deixar o conteúdo ainda mais interessante

A gente já falou aqui no blog como as redes sociais podem ser aliadas no ensino e que essas ferramentas, que estão no dia a dia dos nossos alunos, podem render bons debates e abrir os horizontes para tornar a aula ainda mais dinâmica e interessante.

O Skype, ferramente onde é possível conversar em tempo real com qualquer pessoa em qualquer lugar do planeta, também pode ser uma forma bem bacana de deixar o conteúdo mais rico e interessante para os alunos, sempre ligados nas novidades tecnológicas.

As conversas pelo Skype podem ser em vídeo e o recurso é muito usado em videoconferências, mas também podem ser usadas nas escolas pelos professores, tornando a aula mais dinâmica para os alunos.

Sabendo disso, separamos a seguir 4 dicas para usar o Skype em sala de aula. Confira abaixo:

1 – Conecte com alunos de outros países

Uma maneira interessante de usar o Skype durante as aulas é conectar com alunos estrangeiros. Como professor, você pode tentar conseguir um contato de uma universidade ou escola fora do país e propor uma conversa em vídeo entre a turma internacional e os seus alunos. No caso de uma aula de idiomas, por exemplo, isso pode contribuir para treinar a conversação e o vocabulário dos estudantes.

2 – Converse com outros professores

Você pode usar as videoconferências para conversar com outro professor ou com um especialista em determinado assunto durante a aula. Assim, você pode engajar mais os estudantes sobre o assunto discutido, fazendo com que eles participem ativamente das atividades. Nessa hora, você pode usar a sua rede de contatos, perguntando se algum colega seu toparia participar dessa conversa.

3 – Faça atividades com outras turmas

O Skype também pode ser ótimo para conectar as turmas, seja da mesma série/ano ou da mesma instituição de ensino, mas de níveis diferentes. Você pode promover atividades conjuntas entre as classes, tornando as discussões sobre o projeto mais práticas, já que os alunos não precisarão se locomover sempre que tiverem que conversar entre si.

4 – Incentive os alunos mais tímidos

As conversas em vídeo podem funcionar para aumentar a participação dos alunos mais tímidos e reservados. Muitos estudantes costumam não se sentir confortáveis ao falar em público e podem ter grande dificuldade em apresentar um trabalho para a sala, por exemplo. Nesse caso, você pode propor que eles apresentem seus projetos via Skype, caso se sentirem mais à vontade. Isso pode até mesmo torná-los mais corajosos para apresentações futuras.

Fonte: Universia

Alunos usam o Facebook para aprender mais sobre alimentação

Projeto “Somos o que comemos”, que envolveu professora de ciências e português, melhora percepção sobre alimentação. Confira o relato da professora abaixo:
“No meu mestrado, eu trabalho com o ensino de ciências para pessoas com deficiência auditiva. Em uma ocasião, eu assisti a uma aula para crianças do oitavo ano na Associação dos Surdos. Eu percebi que os alunos tiveram muita dificuldade em entender o que é vitamina. Eles associaram o nutriente à bebida feita com frutas e leite.

E fiquei com isso na cabeça: como ensinar às crianças o que é uma vitamina? Quando fui investigar a questão com os meus alunos do oitavo ano, percebi que eles também tinham dificuldade em entender o conceito.

Foi aí que decidi discutir a questão da alimentação. Vários tópicos foram levantados, como a presença de corantes nos alimentos, a industrialização de boa parte do que eles comem e, assim, o questionamento foi surgindo a partir dos próprios estudantes. Eu levantava um tema em sala e, em casa, eles pesquisavam mais sobre o assunto e traziam as dúvidas.

A partir disso, eu elaborei o projeto “Somos o que comemos”. Na escola, nós temos o hábito de trocar informações pelo Facebook. Como os alunos moram na região rural de Goiás, eles encontram muitos bichos e plantas e, às vezes, me mandam fotos com essas curiosidades. Então, propus que eles fotografassem seus pratos de comida e postassem as imagens no nosso grupo na rede social.

De forma geral, eles têm muita dificuldade na leitura, escrita e interpretação de textos. Mesmo sendo professora de ciências, eu sempre tenho a preocupação de trabalhar essas questões. Então, eu convidei a professora de língua portuguesa, Eufrásia da Silva, para participar do projeto. Assim, além de postar as fotos, os estudantes deveriam comentar nas fotos dos colegas e responder a questionamentos feitos por mim ou pela professora de Eufrásia.

A cada semana nós tínhamos uma atividade diferente. Em uma delas, os alunos tinham que desenvolver uma redação sobre o documentário “Muito além do peso”. Como finalização do trabalho, os alunos fizeram algumas fichas no computador para treinar a escrita e o uso de diversas ferramentas, aplicando os conhecimentos adquiridos.

De forma geral, meus alunos são bastante participativos, mas eles se empenharam muito mais nesse projeto desenvolvido no Facebook. Eu acredito que, se fosse uma atividade escrita ou em cartaz, a participação não teria sido tão grande e nem a repercussão. O uso da rede social possibilitou a participação de outras pessoas, como alunos das outras turmas, que também ficaram muito envolvidos com o projeto, e familiares, que visitavam o grupo, curtiam fotos e, as vezes, até postavam fotos de seus pratos de comida.

Eu percebi que houve uma mudança na forma como os alunos encaram a alimentação. Em festinhas, eles tem o cuidado de levar frutas. Muitas vezes, questionam até a merenda da escola. “Professora, aqui só tem carboidrato. Será que essa merenda tá boa?”. Essa participação superou muito as minhas expectativas. Eles passaram a ter uma percepção mais ampla de questões que giram em torno do senso comum.”

Fonte: www.porvir.org/

Saiba como usar as redes sociais como aliada na sala de aula

Faça uma pesquisa com os seus alunos. Pergunte quantos deles usam redes sociais? Pode ser Facebook, Twitter ou Instagram. Você vai se espantar com o resultado e vai perceber que é impossível ficar alheio a essa nova tecnologia.

Cada vez mais cedo, as redes sociais passam a fazer parte do cotidiano dos alunos e essa é uma realidade imutável. Mais do que entreter, as redes podem se tornar ferramentas de interação valiosas para auxiliar no seu trabalho em sala de aula, desde que bem utilizadas. Lembre-se que o contato que você faz com os alunos fora do ambiente escolar faz com que os laços de vocês sejam encurtados e você passe a conhece-los melhor. Quando o professor conhece os interesses dos seus alunos ele prepara aulas mais focadas e interessantes, que facilitam o aprendizado.

Se você optou por se relacionar com os alunos nas redes, já deve ter esbarrado em uma questão delicada: qual o limite da interação? O professor deve ou não criar um perfil profissional para se comunicar com os alunos? Seja você mesmo nas redes sociais, não faz sentido ter dois perfis. Seus alunos querem conhecer quem você é fora da sala de aula, assim como você quer saber mais sobre cada um deles também.

Lembre-se sempre que as redes sociais são um local público e é preciso pensar um pouco antes de postar qualquer intimidade que você queira preservar. Por isso, no mundo virtual, os professores precisam continuar dando bons exemplos e devem se policiar para não comprometerem suas imagens perante os alunos. Os cuidados são de naturezas diversas, desde não cometer erros de ortografia até não colocar fotos comprometedoras nos álbuns.

A seguir, listamos algumas ideias de como você pode usar as redes sociais para te ajudar na aprendizagem e alguns cuidados que se deve tomar:

– Faça a mediação de grupos de estudo

Convidar os alunos de séries diferentes para participarem de grupos de estudo nas redes – separados por turma ou por escolas em que você dá aulas -, pode ajudá-lo a diagnosticar as dúvidas e os assuntos de interesse dos estudantes que podem ser trabalhados em sala de aula, de acordo com os conteúdos curriculares já planejados para cada série.

Todos os participantes do grupo podem fazer uso do espaço para indicar links interessantes ou páginas de instituições que podem ajudar em seus estudos.

– Disponibilize conteúdos extras para os alunos

As redes sociais são bons espaços para compartilhar com os alunos materiais multimídia, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar.

– Promova discussões e compartilhe bons exemplos

Aproveitar o tempo que os alunos passam na internet para promover debates interessantes sobre temas do cotidiano ajuda os alunos a desenvolverem o senso crítico e incentiva os mais tímidos a manifestarem suas opiniões. Instigue os estudantes a se manifestarem, propondo perguntas com base em notícias vistas nas redes, por exemplo. Essa pode ser uma boa forma de mantê-los em dia com as atualidades, sempre cobradas nos vestibulares e também no Enem.

– Elabore um calendário de eventos

No Facebook, por meio de ferramentas como “Meu Calendário” e “Eventos”, você pode recomendar à sua turma uma visita a uma exposição, a ida a uma peça de teatro ou ao cinema. Esses calendários das redes sociais também são utilizados para lembrar os alunos sobre as entregas de trabalhos e datas de avaliações.

– Organize um chat para tirar dúvidas

Com alguns dias de antecedência, combine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Facebook, do Google Talk, do MSN ou até mesmo organizar uma Twitcam para conversar com a turma.