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Estas professoras criaram um espaço maker itinerante

Makerspace itinerante leva aprendizagem criativa para escolas públicas. Confira!

As fellows Sandreliza Pereira Mota e Silvia Fernanda Gonçalves Serra fazem parte do projeto desenvolvido pelo Núcleo de Enriquecimento para Estudantes com Características de Altas Habilidades/Superdotação (NEECAHS), em São Luís/MA. A ideia é incentivar outros educadores e adolescentes a criarem soluções inovadoras para problemas reais.

Depois de receberem dos alunos, uma demanda para aprenderem programação, as duas buscaram mais informações sobre o assunto e acabaram conhecendo a Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa. Através dela, descobriram a linguagem desenvolvida pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), no período do Scratch Day. Foi então que resolveram criar um evento na cidade de São Luís/MA.

A proposta delas, juntamente ao Núcleo de Enriquecimento para Estudantes com Características de Altas Habilidades/Superdotação, da Secretária Municipal de Educação da Prefeitura São Luís, era ir para as escolas desafiar professores e estudantes a buscarem soluções inovadoras para problemas reais. Foi então que perceberam que existem muitos mitos em torno do núcleo: “Nós tínhamos muita dificuldade na hora de pedir indicações para os professores de quais estudantes deveríamos trabalhar. Em geral, eles só sugeriam os alunos nota dez em matemática e língua portuguesa, mas não conseguiam perceber que também tinham um aluno que desenhava muito bem ou tocava um instrumento. Começamos então a organizar oficinas e grupos de enriquecimento para tentar ajudar nessa identificação.”.

Surgimento do projeto

O projeto nasceu daí: tiveram a ideia de fazer um makerspace itinerante para inspirar professores e estudantes a terem uma prática mais criativa e mão na massa. A ideia foi inscrita no Desafio Aprendizagem Criativa Brasil 2019, que acabou sendo selecionado.

Uma das atividades previstas no desafio incluía uma viagem aos Estados Unidos, onde conheceram duas instituições que trabalham com grupos de crianças e adolescentes com altas habilidades e superdotação. A proposta era muito parecida com o projeto delas, mas perceberam que eles estavam mais consolidados em relação à avaliação e orientação dos estudantes. As ideias foram trazidas junto.

O projeto em andamento

Nesse momento, estamos organizando nosso projeto piloto com três escolas da rede municipal de São Luís. O ponto de partida é trabalhar com a formação dos professores, e em setembro pretendemos começar a visitar a primeira escola. Queremos passar uma semana em cada instituição para desenvolver atividades de aprendizagem criativa e incentivar que os alunos elaborem um clubinho mão na massa.”

Créditos da foto: arquivo pessoal

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Fonte:
http://porvir.org/makerspace-itinerante-leva-aprendizagem-criativa-para-escolas-publicas/

Conheça o projeto que prepara jovens da periferia para o mercado de trabalho

Bastou um quarto, com móveis e materiais encontrados no lixo, para que o jovem Miguel da Hora impactasse mais de 7 mil pessoas com seu projeto autônomo, através de produções e desenvolvimento de tecnologias abertas com os jovens da periferia. Saiba mais!

Miguel da Hora é um jovem criado na periferia. E o fato de viver na Zona Sul de Osasco/SP o ajudou a se conscientizar que a educação poderia mudar a situação de muitos outros jovens que também vivem em situação periférica. E bastou um antigo quarto, com móveis e materiais encontrados no lixo, para que ele iniciasse o projeto “Projetistas Periféricos”.

Há mais de 3 anos ele leva, aos jovens das comunidades periféricas da Zona Sul de Osasco/SP, no bairro Jardim Conceição, projetos e cursos inovadores que têm despertado, nesses cidadãos, a vontade de construir seus futuros.

O projeto, que tem como mantra “realizar sonhos coletivamente”, conta com espaço que mescla MakerSpace, construído com descarte da comunidade, e ambiente de gravação, monitoramento e desenvolvimento de realidade virtual (VR). “Unimos tecnologia, design, educação e inovação com práticas relacionadas a Teoria U, criatividade, complexidade, sociemocionais, entre outras, para garantir educação autônoma! Deste modo os alunos encontram seus reais interesses, seus métodos de aprendizagem e seu propósito social.”

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Nesses dois anos, os projetos executados com os jovens do bairro já trabalharam com foco em: tecnologia para transformação social, design enquanto projetar soluções e, atualmente, educação libertadora e personalizada.

“Nesse percurso já impactamos mais de 7 mil pessoas, através de produções dos jovens, desenvolvimento de tecnologias abertas e ações diretas”, afirma Miguel.

Saiba mais sobre o projeto, aqui.

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Fonte: https://razoesparaacreditar.com/voaa/ele-criou-projeto-prepara-jovens-periferia-mercado-trabalho/

Farol do Saber e Inovação

Curitiba destaca-se como a primeira cidade brasileira a integrar tecnologia digital à educação, com o intuito de desenvolver a criatividade e inovação entre as crianças. A ideia é trazer uma educação diferenciada das salas de aula, onde o aluno será incentivado a criar, inovar e desenvolver diversas habilidades cognitivas que não são trabalhados na escola tradicional.

A integração das crianças acontece através dos Novos Faróis do Saber e Inovação. Segundo a gerente de Tecnologias e Mídias Digitais da Secretaria Municipal da Educação, Estela Endlich, o objetivo é estimular os alunos de 6 a 10 anos da rede municipal de ensino. A educadora explica a diferença entre o aprendizado em sala e no farol. “No ensino regular, geralmente, o professor usa recursos já prontos para conseguir cumprir o currículo. No projeto de educação suplementar, desafiamos a criança a idealizar, planejar e executar o que vai usar. Fazemos com que a criança seja autora, por exemplo, do brinquedo que ela quer, de acordo com a faixa etária e o domínio dos recursos do software que usamos”, conta Estela.

O projeto não visa somente o incentivo à produção, pois, até o momento da impressão, as crianças trabalham com cálculos, vocabulário e inclusive leituras de materiais em inglês. A intenção é desafiá-las. “É se sentindo desafiada pelas dificuldades que a criança solidifica o conhecimento derivado da experiência e se sente encorajada a percorrer caminhos novos”, diz Estela.

Uma das atividades desenvolvidas no espaço maker com a impressora 3D foi a produção de hastes para soprar bolinhas de sabão. Cada um dos alunos pôde personalizar a sua com o seu nome. “Brincadeira e aprendizado começaram bem antes de eles mergulharem as hastes nos copinhos: começou com o ato de imaginar o resultado e os meios para chegar a ele”, diz Estela.

 

 

Imagem: Educação Curitiba

Fonte: Massa News