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A tecnologia adentra a sala de aula

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No Colégio Satc, em Criciúma/SC, os estudantes aprendem a lidar com novos desafios desde pequenos. A partir dos dois anos de idade até a fase adolescente, os alunos aprendem robótica de forma descontraída, adquirindo conhecimento das inovações do futuro.

Além disso, o colégio também conta com a Escola de Talentos, que estimula e agrega conhecimentos, como os tecnológicos. Em sala de aula, os estudantes aprendem robótica usando jogos voltados à educação tecnológica, como a cultura “maker” e do “faça você mesmo”.

Já em escolas da rede municipal de Forquilhinha/SC, há projetores multimídias em suas dependências. Conectados a um notebook, os projetores ajudam a reinventar as aulas e também expandir oportunidades a serem trabalhadas. Os resultados com tudo isso, podem estar em desenvolvimento de jogos relacionados a determinadas disciplinas, estreitando ainda mais os laços entre tecnologia e ensino.

E a inovação não tem trazido bons frutos somente às crianças e adolescentes: idosos têm tido programas de tecnologia voltados exclusivamente para eles, como o projeto de extensão “Informática para a Melhor Idade”, do curso de Ciência da Computação da UNESC.

Fonte: https://dnsul.com/2017/educacao/inclusao-tecnologica-uma-nova-linguagem-para-educacao/

Hábitos eficientes de professores que utilizam tecnologia

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Não é difícil de diferenciar um professor que utiliza tecnologia, para o que não usa. As aulas de professores “tecnológicos” costumam ser mais interativas e engajadas. E hoje trazemos para você, uma lista com 4 hábitos eficientes de professores envolvidos com inovações tecnológicas. Confira.

1) Sempre existe um porquê
Professores eficientes, que utilizam tecnologia, sempre possuem um motivo para usá-la. Pode ser para economizar tempo, conquistar melhores resultados na aprendizagem de seus alunos ou colaborar no plano de ensino.

2) Fácil adaptação
Professores que utilizam tecnologia, se adaptam facilmente a mudanças, que ocorrem, normalmente, em curto período.

3) Mudanças são sempre bem-vindas
A tecnologia está ligada à inovação e, professores tecnológicos, abraçam mudanças que trazem progresso e maior eficiência para as aulas.

4) Compartilhamentos
A tecnologia traz a possibilidade de colaboração, muitas vezes de professor de um continente para o outro. E conhecimento tem de ser compartilhado. Professores tecnológicos sabem disso.

Fonte: http://blackboard.grupoa.com.br/blog/7-habitos-altamente-eficientes-dos-professores-que-usam-tecnologia/

Superando obstáculos para o aprendizado

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O Instituto Handsfree tem ajudado muitas crianças com deficiência a continuarem aprendendo.

É o caso de André Luiz Ventura, que foi diagnosticado com leucemia e, como de decorrência da doença, ficou quadriplégico (sem os movimentos dos braços e pernas). Com o problema, ele deixou de frequentar a escola. Porém, a Handsfree, que é uma organização pernambucana sem fins lucrativos e que produz aparelhos que visam dar qualidade de vida a deficientes, trouxe novas possibilidades a André.

Através de um monitor instalado em casa, André pode interagir com os professores e colegas, que conseguem o ver através de tela instalada na sala de aula. A diferença para programas como Skype e afins, é que ele pode mover o cursor pela tela do computador, apenas com um fone e movimentando a própria cabeça. Uma haste, que é parecida a de um microfone, é colocada na boca para que ele, com uma leve pressão dos lábios, consiga clicar no que quer. E assim, ele pode continuar aprendendo, mesmo com a deficiência.

Fontes: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/geral/noticia/2017/08/29/tecnologia-ajuda-na-educacao-de-criancas-com-deficiencia-304100.php

Aplicativo para interatividade entre matérias

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A ferramenta Quizlet, disponível para iOS e Google Android, é uma excelente novidade para professores e alunos. Através dela, é possível criar e compartilhar flashcards, que são cartões ou fichas de estudo, além de jogos e testes. Os assuntos, lá encontrados, são vários.

Através dele, existe a possibilidade de se montar um plano de estudos em cima de outros conteúdos já publicados por alunos e professores, que atendem diferentes necessidades, por série, disciplina ou localização geográfica. O aplicativo também tem o modo “aprender”, que oferece uma experiência personalizada e faz uma adaptação da dificuldade de questões, de acordo com o desempenho do usuário.

O Quizlet já reúne 25 milhões de usuários pelo mundo e tem recebido brasileiros desde que teve a opção português disponibilizada, no final de 2016. Ele foi desenvolvido através de pesquisas com ciência cognitiva e também tem dados de milhões de sessões de estudo, ao longo dos últimos 10 anos.

Fontes:
http://porvir.org/aplicativo-leva-interatividade-conteudos-de-qualquer-disciplina/

Dicas para a segurança das crianças em ambientes digitais

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O acesso à internet, por parte das crianças, já virou usual. Mas é importante manter alguns cuidados para evitar problemas, como crimes contra as crianças. Confira algumas das dicas que a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo dá:

1) Tempo de uso dos aparelhos eletrônicos

A disciplina quanto ao tempo de uso dos equipamentos eletrônicos é necessária. Momentos como os de refeições não devem ter a utilização de aparelho.

2) Redes Sociais adequadas

É preciso ter cuidado quanto as redes sociais utilizadas. O Instagram, por exemplo, pode ter pessoas má intencionadas que fazem “screenshot” de fotos das Stories postadas, possibilitando a utilização inadequada das imagens por parte destas pessoas.

3) Atenção aos emojis

Alguns emojis tem conotação sexual. Os pais precisam ter noção do que parece não fazer sentido ou ser ingênuo, mas que é, na verdade, um convite de cunho sexual para os filhos.

4) Semana de atividades livres de aparelhos telefônicos

Crie momentos de diversão longe da internet com os filhos, através de brincadeiras de roda, jogos de tabuleiro, passeios de bicicleta e afins. Pode até ser difícil começar, mas com o tempo as próprias crianças vão pedir mais momentos com “as brincadeiras do papai e da mamãe”.

Fontes:
http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/8-dicas-para-cuidar-da-seguranca-de-seu-filho-na-internet

A tecnologia como aliada dos alunos com deficiência

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A tecnologia já se mostrou excelente aliada na educação, e tem mostrado ainda mais benefícios quando o enfoque é educar crianças com algum tipo de deficiência.

Em São José dos Campos/SP, mais especificamente no Colégio Planck, professores juntaram-se para criar um grupo de experimentação do ensino híbrido, que utiliza a tecnologia para mesclar o aprendizado on e off-line. Para abordar os regimes totalitários, ele utilizou a metodologia da sala de aula invertida, gravando uma videoaula para que os alunos tivessem acesso ao conteúdo em casa e, em sala de aula, houvesse debate acerca do assunto. Aconteceu a percepção de que a modalidade de ensino híbrido tinha maior engajamento entre os alunos com deficiência.

Já em aula sobre democracia na Grécia Antiga, foi utilizada a rotação por estações, com aulas simultâneas (como pesquisa na internet, assistir vídeo de canal educativo ou utilizar material digital do colégio). Os alunos escolhiam por onde iriam iniciar a aula e trocavam de estação conforme seu ritmo. Segundo professores, a metodologia ajuda a ampliar o envolvimento de toda a turma, principalmente de alunos com autismo e déficit de atenção. Diferentemente de uma aula expositiva, o ensino híbrido facilita a inclusão.

Fontes:
http://porvir.org/uso-da-tecnologia-facilita-engajamento-de-alunos-deficiencia/

As vantagens dos jogos na educação

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Na sala de aula da Escola Eliezer Max, os livros dividem espaço com jogos de computador. Por lá, o ensino é de programação já faz parte do currículo escolar.

Os alunos aprendem a programar através da criação de jogos e jogando os criados por outros, tornando o processo de aprendizado muito mais produtivo do que somente a absorção de conteúdo dado pelo professor. Assim, também se tornam protagonistas da tecnologia.

O ato de jogar traz diversas vantagens, como interpretação e resolução de objetivos de determinado jogo, por exemplo; há também os jogos que ocorrem em velocidade rápida, que exigem atividades multitarefas, como correr e atirar ao mesmo tempo. Inclusive, pesquisadores estrangeiros, como a cientista cognitiva Daphne Bavelier e o educador James Paul Gee, falam sobre outras características que os games elevam a quem os utiliza, como pensamento rápido, perseverança, mapeamento e teste de hipóteses.

Fontes:
https://oglobo.globo.com/sociedade/jogos-eletronicos-sao-integrados-ao-curriculo-escolar-21256605

Projeto busca revolucionar a Rocinha

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Inaugurada em 2013, a Gente (Ginásio Experimental de Novas Tecnologias) é uma escola municipal localizada na Rocinha, no Rio de Janeiro/RJ, e que tem processos de educação inovadores.

Por lá, as turmas são misturadas, os períodos são mais extensos e os alunos são os protagonistas de seus aprendizados. Os times (como são chamadas as turmas) têm estudantes de diferentes idades (entre o 7º e o 9º anos), e uns ajudam os outros, aliado ao uso constante de tecnologia em sala de aula, como computadores e tablets. Seu espaço físico é adaptado com dois salões de estudos, ao invés de salas de aula, como acontece em colégios tradicionais.

Segundo a diretora da Gente, Marcela Oliveira, a tecnologia é uma ferramenta importante, mais o primordial são as pessoas. Porém ela compreende que a utilização de tablets, por exemplo, auxilia na educação. Tanto é que uma empresa desenvolvedora de conteúdo criou uma ferramenta especial para eles, proporcionando que os alunos estudassem mesmo em período longe da escola.

Marcela diz que é comum, na Rocinha, os alunos terem de voltar para o Nordeste, de onde os pais são naturais. Ela cita o exemplo de uma aluno que ficou 20 dias no Ceará e, através da utilização da tecnologia, pôde ter aulas mesmo assim.

Foto: Fábio Guimarães / Agência O Globo

Fontes:
http://extra.globo.com/noticias/educacao/escola-modelo-na-rocinha-se-reinventa-apos-trocas-de-comando-queda-em-avaliacoes-21277720.html

Vá com calma, tecnologia!

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A tecnologia já é realidade na vida de oito em cada dez crianças e adolescentes entre nove e 17 anos, segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2015, conduzida pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), através do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br).

Para diminuir possíveis efeitos nocivos da tecnologia, na vida de crianças e adolescentes, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) desenvolveu uma série de orientações sobre a exposição às telas, de acordo com idade e etapas dos desenvolvimentos dos jovens. O documento “Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital” tem inspiração em estudos e recomendações internacionais, adaptando-os ao nosso país.

As recomendações são a partir do nascimento das crianças. Segundo a SBP, bebês com até dois anos não devem ter acesso às telas. Já para as crianças entre dois e cincos anos de idade, recomenda-se somente uma hora diária. Com 6 anos, a recomendação é que não possuam contato com jogos violentos. Até os dez anos, as crianças não devem possuir televisão ou computador em seus quartos, afim de evitar o consumo de conteúdos inapropriados.

Os possíveis perigos para o desenvolvimento infantil, apontados pela SBP, são: aumento da ansiedade, estímulo a comportamento violento ou agressivo, transtornos de sono ou alimentação, queda no rendimento escolar, má relação com as pessoas, entre outros.

Para saber mais sobre o documento, acesse: https://www.sbp.com.br/sbp-em-acao/sbp-lanca-conjunto-de-orientacoes-em-defesa-da-saude-das-criancas-e-adolescentes-na-era-digital/

E, em sua opinião, a tecnologia é benéfica ou prejudicial às crianças e adolescentes?

Fontes:
http://porvir.org/telas-criancas-conheca-os-mitos-riscos-desta-exposicao/

 

Aprendizados com o SXSWedu (parte 2)

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Na postagem passada, trouxemos alguns importantes temas que foram tratados no SXSWedu deste ano. Hoje o foco fica na tecnologia dentro de sala de aula. Será que ela realmente vem pra ficar ou é só uma fase? Abaixo você descobre o que viram alguns participantes brasileiros do evento.

Segundo Débora Dias Garofalo, professora orientadora de sala de informática, como as crianças e adolescentes estão em constante contato com a tecnologia, acabam desenvolvendo e aprimorando habilidades como a criatividade e a inovação. Para ela, a criança também precisa ter contato com a tecnologia dentro de sala, mas de uma forma mais contextualizada e que objetive o aprendizado.

Já o professor paranaense, Jocemar do Nascimento, fez uma importante reflexão, após um debate sobre construção de pensamento computacional: os atuais recursos tecnológicos presentes no ambiente escolar, amanhã, podem se tornar obsoletos. É necessário, então, preparar os estudantes para que utilizem a ferramenta que tiverem disponível para o momento.

Um assunto importante levantado durante um dos debates do evento, foram as crianças refugiadas e como elas tem utilizado o Skype como importante ferramenta de comunicação. Em uma experiência vista pela professora Mara Mansani, foi mostrado um vídeo de crianças que se conectam com crianças de outros campos de refugiados, trocam ideias educacionais e experiências.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/4793/tem-tecnologia-dentro-da-sala-de-aula-e-nao-da-mais-para-voltar-atras