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Tag - tecnologia na educação

Quer aprender inteligência artificial? Então leia essa postagem

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A Microsoft acaba de lançar plataforma de cursos gratuitos de inteligência artificial.

Com todas mudanças tecnológicas que vêm acontecendo, é sempre bom se atualizar às novidades que poderão ser repassadas, posteriormente, aos alunos.

E para te auxiliar, uma dica é a nova plataforma de ensino da Microsoft: a AcademIA. Ela terá disponibilizados 12 módulos gratuitos sobre inteligência artificial, que parte da introdução básica à tecnologia, sua linguagem de programação e aplicações. Para ganhar capilaridade, a iniciativa conta com o apoio de instituições que levarão os cursos até profissionais e estudantes, tais como Recode, IOS (Instituto de Oportunidade Social), Instituto Gerando Falcões, The Trust for The Americas, Eidos e ATN (Associação Telecentro de Informação e Negócios).

O curso de inteligência artificial contempla 12 módulos, sendo eles: “Introdução à Inteligência Artificial”, “Introdução a Python para Ciência de Dados” – ambos disponíveis em português –, além de “Matemática Essencial para Machine Learning: Edição Python”, “Leis e Ética para Dados e Analytics”, “Métodos de Pesquisa para Ciência de Dados: Edição Python”, “Princípios de Machine Learning: Edição Python”, “Explicações sobre Deep Learning”, “Explicações sobre Reinforcement Learning”, “Processamento de Linguagem Natural (NPL)”, “Sistemas de Reconhecimento de Voz”, “Visão computacional e Análise de Imagens” e “Microsoft Professional Capstone: Inteligência Artificial”.

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Fonte:
http://porvir.org/microsoft-lanca-plataforma-de-cursos-gratuitos-de-inteligencia-artificial/

Brasil é muito bem representado em campeonato mundial de robótica

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Seis equipes brasileiras ganham prêmios em campeonato mundial de robótica, que ocorreu entre 17 e 20 de abril de 2019 em Houston, nos Estados Unidos, com mais de 15 mil competidores.

Das 10 equipes brasileiras que participaram do First Championship, seis trouxeram para o Brasil ao menos um prêmio. Considerado uma das principais competições acadêmicas para estudantes na área de robótica, o torneio divide os participantes em quatro categorias, sendo que o Brasil participou em três delas, com 106 estudantes.

Das dez equipes, oito são formadas por alunos do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). As seguintes cidades tiveram representantes do Sesi e/ou Senai classificados para o torneio internacional: São Paulo, Goiânia, Blumenau e Concórdia (SC), Americana, Araras, Bauru e Jundiaí (SP).

As outras duas equipes foram formadas, respectivamente, por alunos de uma escola particular de Novo Hamburgo (RS) e de escolas públicas de Taubaté (SP).

No total, cerca de 15 mil estudantes de 74 países participaram do campeonato, que aconteceu entre 17 e 20 de abril em Houston, nos Estados Unidos.

Créditos da foto: Aerton Guimarães/CNI

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Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/04/24/seis-equipes-brasileiras-ganham-premios-em-campeonato-mundial-de-robotica.ghtml

Você vai gostar destas dicas para educar as novas gerações cada vez mais tecnológicas

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Com o avanço da tecnologia e a ampla utilização de smartphones pelas novas gerações, a preocupação tem aumentado em todo o mundo: “como educar uma geração digital com tanta dificuldade para se concentrar?”. Na postagem de hoje, trazemos exemplos mundiais de atitudes que estão sendo tomadas para diminuir e evitar os efeitos nocivos que a tecnologia pode ter sobre a educação.

O desenvolvimento inicial do cérebro é assunto complexo, mas, nos últimos anos, pesquisadores em todo o mundo tem manifestado preocupações sobre o impacto que smartphones e o hábito de consumir diferentes mídias simultaneamente podem ter sobre a capacidade de concentração.

“Há um conjunto crescente de evidências – que não ainda foram totalmente validadas e podem ser contestadas – de que a tecnologia, as redes sociais, o acesso instantâneo à internet e os smartphones prejudicam a capacidade das crianças de se concentrar. Estamos mudando a forma como crianças pensam e como seus cérebros se desenvolvem”, diz Jim Taylor, autor de Raising Generation Tech (Criando a Geração Tech, em tradução livre).

Os professores também já notaram isso. “É um problema. Para começar, o adolescente médio só consegue prestar atenção por cerca de 28 segundos”, diz Laura Schad, que dá aulas para alunos de 12 a 14 anos na Filadélfia, nos Estados Unidos.

Ela diz que, embora os smartphones tenham afetado claramente os cérebros em pleno desenvolvimento de seus alunos, falta treinamento para lidar com a questão: como a educação deve evoluir para atender alunos que são nativos digitais não foi algo tratado em sua formação profissional, por exemplo.

O futuro das salas de aula

Se os alunos não parecem prestar atenção por longos períodos, muitos professores simplesmente dividem as lições em partes menores. Gail Desler, especialista em integração tecnológica do distrito escolar de Elk Grove, diz: “Uma ideia comum entre os professores é que algo mais curto é melhor”.

Desler também dá como exemplo professores que iniciam as aulas com exercícios de atenção plena ou de meditação quando os alunos precisam se concentrar.

Uma professora do ensino médio em Salinas, nos Estados Unidos, usa o aplicativo Calm para ajudar os alunos a meditar, mas um estudo de 2013 indicou que qualquer tipo de “intervalo de descanso da tecnologia” pode combater a ansiedade por realizar múltiplas coisas ao mesmo tempo.

Alguns professores também escolhem “ir ao encontro dos alunos” em plataformas como o YouTube e o Instagram. Asha Choksi, vice-presidente de pesquisa global da editora educacional Pearson, dá o exemplo de um professor que filma a si mesmo realizando um experimento científico, publica no YouTube e usa o vídeo na aula para ilustrar o material no livro didático, que pode ser visto como algo chato para os alunos.

Da mesma forma, Schad busca manter os alunos dedicados às tarefas por meio de lembretes no Instagram sobre o dever de casa e as próximas atividades.

Estes recursos podem manter os alunos atentos quando refletem seus interesses. Desler elogia professores que fazem coisas como relacionar a história da propaganda nazista ao cyberbullying.

“Trata-se de introduzir informações relevantes em um currículo obrigatório, de maneira que os alunos se vejam refletidos no que é ensinado”, diz ela. “Ao fazer conexões com coisas que estão acontecendo aqui e agora, você entra no mundo deles e os envolve.”

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Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/04/03/como-educar-uma-geracao-digital-com-tanta-dificuldade-para-se-concentrar.ghtml

4 aspectos fundamentais para transformar a educação (parte 2)

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Confira outros 2 aspectos que serão fundamentais nas mudanças da educação.

1) Personalização da Aprendizagem

O desafio de atendimento às demandas sociais só terá sentido para o estudante se estiver conectado ao seu contexto. O simples fato de incluir no projeto pedagógico alguns temas, projetos ou unidades de investigação vinculados aos desafios sociais não garante uma conexão significativa com a aprendizagem do estudante.

No SXSW EDU ocorreu um ótimo diálogo sobre casos que combinaram personalização da aprendizagem com impacto social: “Aprendizagem Personalizada com foco na Equidade”, mediada pela Chan Zuckerberg Initiative (em Inglês).

É necessário prover oportunidades para que os estudantes tragam sua curiosidade, suas questões e sua realidade de casa e da vida social para dentro da sala de aula. Ouvir a “voz” do aluno significa se conectar com a sua realidade fora da escola, além de considerar habilidades, sonhos e dificuldades com os objetivos de aprendizagem previstos. Nesse aspecto, observa-se também algumas das 10 competências gerais da Base Nacional Comum Curricular, que devem ser desenvolvidas ao longo da Educação Básica: repertório cultural, trabalho e projeto de vida e autoconhecimento e autocuidado.

2) Educação Integral

Considerar a educação a serviço da transformação social é impossível se o foco for desenvolver apenas habilidades acadêmicas. A própria definição de sucesso acadêmico foi trazida de maneira ampliada no SXSW EDU 2019, onde se frisou a necessidade de desenvolver os estudantes de forma integral.

A personalização da aprendizagem, por sua vez, só pode ser legitimamente praticada se os estudantes forem considerados nas suas dimensões intelectual, física, emocional, social e cultural. O assunto não é novo, e alguns dos ótimos exemplos que já temos no Brasil podem ser vistos aqui.

Na apresentação “Traduzindo a pesquisa na prática” (em inglês), um dos destaques desse aspecto foi a integração de tecnologia, personalização de ensino e uma abordagem científica para estimular o desenvolvimento integral. Outro destaque foi o caso brasileiro trazido pelo Instituto Península: “Uma abordagem integral para formação de professores”.

Confira a primeira parte da postagem aqui.

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Fonte: http://porvir.org/do-sxsw-edu-para-o-brasil-5-aspectos-fundamentais-para-transformar-a-educacao/

4 aspectos fundamentais para transformar a educação (parte 1)

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O SXSWEdu 2019 busca promover a inovação em aprendizagem por meio de uma comunidade de profissionais que olham para o futuro da educação, e já está em sua nona edição.

No evento deste ano, foram apontados alguns dos aspectos fundamentais para transformar a educação. Confira 2 deles, segundo George R. Stein:

1) Tecnologia

Temos a tendência de pensar em tecnologia como exclusivamente ligada à informação e comunicação, baseada em dispositivos digitais. Porém, a tecnologia na educação existe desde que a humanidade começou a transferir conhecimento de uma geração para outra, usando instrumentos tão simples quanto pedras para desenhar. Mas, como era de se esperar, muitos fornecedores e sessões do evento apresentaram inovações como o uso de inteligência artificial na escola, até possíveis aplicações educativas de Blockchain, passando por aplicativos para escolas e comunidades, entre outros.

O desafio complexo de reduzir a distância entre as mais modernas aplicações e a realidade escolar passa necessidade de considerar as aplicações e usos que os estudantes já têm acesso, além de pensar como a escola consegue incorporá-los de maneira coerente e significativa em uma proposta pedagógica que tenha os professores como protagonistas.

2) Impacto Social

O poder das tecnologias de informação e comunicação de conectar, aproximar e possibilitar a criação e o compartilhamento de conhecimento tem muito valor para a educação. Porém, como já trazia Paulo Freire, se a educação deve combater a alienação e desenvolver as potencialidades humanas para exercer responsabilidade em relação às demandas sociais, a educação e as tecnologias devem ser colocadas a serviço da transformação social.

O evento trouxe essa demanda pela ótica das minorias, dos desafios de comunidades, de questões éticas e desafios globais. Vale ressaltar que o termo “social” também faz referência aos desafios usualmente relacionados ao meio ambiente (mudanças climáticas, lixo, falta de água, etc).

Começando por assuntos que passam pela realidade da sala de aula, da escola e da comunidade, até desafios da vizinhança e questões globais, a melhor maneira de dar significado para a aprendizagem é oferecê-la como uma potencial solução para os problemas reais do universo cotidiano dos estudantes.

Para ver os outros 2 aspectos, clique aqui.

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Fonte: http://porvir.org/do-sxsw-edu-para-o-brasil-5-aspectos-fundamentais-para-transformar-a-educacao/

Saiba quais são as ferramentas de inteligência artificial que serão usadas nas escolas até 2030

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A inteligência artificial deve impactar a educação nos próximos anos e, estudo do SESI e do SENAI, aponta a tendência de uso das tecnologias educacionais baseadas em IA nas escolas, até 2030.

Entre as apostas, está a expansão da utilização de sistemas tutores inteligentes para ensino personalizado. A ferramenta é capaz de identificar se o aluno adquiriu conhecimento sobre o tema ensinado e se está cansado ou feliz por ter resolvido um problema. A partir disso, a ferramenta é capaz de decidir, de forma autônoma, qual a melhor estratégia pedagógica para ser utilizada em cada momento.

O estudo Tendências em Inteligência Artificial na Educação foi elaborado pela professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Rosa Maria Vicari a pedido do SESI e do SENAI. Ela analisou bases de patentes nos Estados Unidos, na União Europeia, no Canadá e no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) no Brasil. Além disso, consultou bases internacionais de artigos científicos e documentos apresentados em congressos.

Como complemento desse estudo, o SESI e o SENAI reuniram, em um painel, especialistas brasileiros em inteligência artificial para avaliar a difusão dessas tecnologias nas escolas do país, entre os quais pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Grande Sul (PUC-RS), além de empresas do setor. A previsão é que, até 2030, quatro das tecnologias listadas no estudo estarão difundidas em até 50% das escolas públicas e privadas do Brasil, e uma delas, computação em nuvem, deve estar presente em até 70% das instituições de ensino.

Conheça as tecnologias educacionais com uso de inteligência artificial que devem ser mais difundidas:

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Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/tecnologia/2019/estudo-aponta-ferramentas-de-inteligencia-artificial-que-serao-usadas-nas-escola

Esta professora recuperou o interesse dos alunos através da tecnologia

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Quando esta professora assumiu uma turma de 4º ano, se assustou com o pouco conhecimento que os alunos tinham das matérias. Mas ela teve uma ideia que fez alunos que antes tiravam 3, agora tirassem 9. Confira!

Paula Gerarduci é professora na Escola Municipal Irmã Maria Eufrásia Torres, em São José dos Pinhais/PR. Entre todos os trabalhos que já realizou na escola, está a participação no programa “Mais Educação”, criado pelo governo federal e que amplia a jornada escolar e a organização curricular na perspectiva da educação integral.

Após experiência nesse programa, Paula começou a lecionar para uma turma de quarto ano do ensino fundamental que tinha sérias dificuldades de aprendizagem, como leitura, escrita e simples contas matemáticas. A solução encontrada pela professora foi de sucesso: levar inovação para dentro da sala de aula.

Tecnologia em sala de aula

Assim que Paula apresentou a ideia para os seus alunos, imediatamente eles iniciaram o processo de busca por estratégias para implementar a inovação nas aulas, uma vez que a escola não tinha muitos recursos e a renda da comunidade local era baixa. Depois de muito pesquisarem, os alunos deram a ideia de utilizar carregadores de celular como fonte de energia para os projetos de robótica.

Como a realidade vivida por essas crianças é de poucas perspectivas, a professora começou a trabalhar com os alunos a ideia de empreender e pensarem em uma profissão. “Acho essencial que eles saibam que os protótipos e brinquedos que estão construindo nas atividades de robótica podem ser considerados uma verdadeira produção.”, diz Paula.

Para iniciar tudo, o primeiro passo foi pensar em algum objeto que queriam construir. A partir dessa ideia, a segunda etapa consistiu em desenhar. Aqui é considerada toda a parte estética do protótipo porque a ideia é que ele possa ser vendido depois. Por último, veio a construção. Quando eles precisavam mudar a forma de fazer um motor funcionar, Paula passava dias e noites vendo vídeos até conseguir uma alternativa para ajudar as crianças.

Robótica

A parte da robótica se iniciou quando a turma de Paula participou de uma feira em São José dos Pinhais/PR e muita gente passou a conhecer o trabalho desenvolvido. A comunidade ficou impressionada porque era uma produção feita por crianças e totalmente pensada para brincar.

A turma também produziu programas de rádio para trabalhar vários gêneros textuais. Para todas essas inovações que implementou em sala de aula, a professora recorreu a recursos gratuitos como o editor de áudio Audacity e o Scratch, linguagem de programação para crianças criada pelo Media Lab do MIT.

Além dessas metodologias, Paula ainda utilizou a gamificação como uma aliada e combinou com os alunos atividades que eles deveriam desenvolver para pontuar. Se eles produzissem tudo durante a semana, usariam uma nova tecnologia na sala de aula.

O resultado, Paula descreve: “Deu certo. Foi muito bacana ver o potencial e a motivação das crianças. Todos os dias eles queriam fazer alguma coisa diferente. Para uma turma que tinha dificuldade, os alunos terminaram o ano com mais facilidade para ler e escrever, fazer as operações matemáticas e resolver situações problemas. O nível de reprovação foi baixíssimo. No livro de notas, teve aluno que estava tirando 3 e passou a tirar 9. Isso é muito gratificante. Isso me motiva a cada dia buscar e levar mais inovações para eles.”.

E você, professor(a)? Também já utilizou a tecnologia em sala de aula? Gostou dessa história de inovação? Comente abaixo e nos diga o que achou!

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Fonte: http://porvir.org/com-inovacao-turma-de-fundamental-avanca-em-leitura-e-matematica/

Estas 5 ferramentas digitais vão te ajudar em suas aulas

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Ter a tecnologia por perto, é ter uma forte aliada para as suas aulas. Inúmeras são as ferramentas, aplicativos e plataformas que visam facilitar a vida do professor.

E com o intuito de ajudar você, que busca alternativas para melhorar o processo de ensino-aprendizagem, trazemos 5 dicas de ferramentas digitais para utilizar em sala de aula. Confira!

1) Geogebra

Imagine poder contar com uma ferramenta que auxilie nas aulas de matemática? Parece que o seu sonho virou realidade. Além de existir, a plataforma Geogebra é disponibilizada de forma gratuita. No site é possível encontrar materiais didáticos, atividades, exercícios, aulas e jogos sobre matemática.

2) Stellarium

O Stellarium é um software livre que possibilita aos usuários ter acesso a um planetário no computador. Com qualidade técnica e gráfica o programa permite simular o céu diurno e noturno, crepúsculos, planetas, luas e eclipses de fora realista. Para utilizar a ferramenta é necessário realizar o download no site do Stellarium.

3) Sistema muscular em 3D

O Sistema Muscular Humano é um aplicativo que possibilita visualizar o sistema muscular, com descrição de todos os músculos. O aplicativo é gratuito e pode ser utilizado por professores em sala de aula e também têm contribuído com o aprendizado dos estudantes de medicina, educação física, entre outros.

4) Google Art Project

O Google Art Project possibilita que o professor utilize a ferramenta para realizar visitas a museus, mostrar obras de arte, visitar galerias, ter acesso a vídeos com apresentações culturais, entre outros. A plataforma, desenvolvida pelo Google, disponibiliza diferentes materiais relacionadas à arte e cultura ao redor do mundo, o que possibilita enriquecer o aprendizado em sala de aula.

5) Flipsnack

O Flipsnack é uma plataforma para criar revistas e outras peças de forma gratuita e online. Após um cadastro no site  o usuário pode escolher os modelos disponíveis e editar conforme os seus objetivos. É possível modificar cores, fontes, imagens, textos, etc. A ferramenta pode ser utilizada para projetos escolares, trabalhos em grupo, entre outros.

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Fonte: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/5-ferramentas-digitais-para-professores-utilizarem-em-sala-de-aula

Esta professora utilizou a tecnologia para mostrar os trabalhos das crianças

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Conforme os anos vão passando, a tecnologia se mostra cada vez mais aliada quando o assunto é educação. E esta professora utilizou de uma ferramenta tecnológica simples de utilizar, para mostrar os trabalhos de seus alunos.

Tanymara Paganelli é professora de educação infantil e desenvolveu o projeto “Um brinquedo chamado natureza” diante de duas necessidades básicas: apresentar uma proposta inédita para a mostra de trabalhos e encontrar uma série de vivências lúdicas que pudessem estimular o equilíbrio interno e o autocontrole das crianças como um todo. A ideia, segundo ela, era permitir aos alunos “extravasar” emoções, perceber o outro e se acalmar por meio de brincadeiras e atividades.

Nesse projeto foram realizadas atividades e brincadeiras com folhas, galhos, pedras, flores, areia, argila e água, sempre respeitando a curiosidade e ritmo dos alunos. Por exemplo, tocar na argila causou estranheza e resistência para alguns estudantes. Ao pensar em como expor o trabalho, Tanymara refletiu que não fazia sentido falar da natureza e, posteriormente, imprimir inúmeras fotos e papéis, que depois da exposição acabariam indo para o lixo.

QR CODE PARA MOSTRAR TRABALHOS

Deste modo, a forma de inovar, na apresentação dos trabalhos, foi optar por ferramentas tecnológicsa simples e fáceis de utilizar: o QRCode (disponível em diferentes aplicativos, inclusive nativos da câmera do celular ou tablet) e o Microsoft Sway, que é um programa de apresentação que faz parte do pacote Office. É um aplicativo digital para criar apresentações de modo intuitivo.

A utilização das duas duas ferramentas objetivou permitir que pais e comunidade escolar pudessem ver, com detalhes, como foi o processo de construção das produções (modelagens com argila, mandala de folhas, pintura com água e sabão, pinhas, bonecos de alpiste, etc.). No entanto, o resultado com este formato foi ainda mais satisfatório, pois teve alcance a pais que não puderam visitar a Mostra de Trabalhos naquele dia, até avós e outros familiares que, mesmo de longe puderam, vivenciar junto com a criança suas aprendizagens.

E quando a professora avaliou o projeto, o resultado foi muito bom: famílias cientes e engajadas nas atividades da criança, desde o início até sua produção final; pais que relataram alegria por terem este acesso ao processo todo facilitado; e crianças empolgadas porque a mãe comprou argila para brincarem juntos em casa. Tanymara afirma que “vale a pena arriscar e inserir novas tecnologias inovando a forma de compartilhar, não apenas os resultados, mas também o processo, pois na educação infantil é na caminhada, nas tentativas e nos recomeços que percebemos a evolução das crianças”.

Créditos da imagem: Tanymara Paganelli

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Fonte: http://porvir.org/10-aplicativos-de-realidade-virtual-para-usar-em-sala-de-aula/

Saiba como a cultura maker ajuda a compreender o sistema nervoso

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Turma de ensino fundamental aprende, através de aula maker, como é o funcionamento do sistema nervoso na prática.

A professora Lucia Helena Alves de Souza leciona para estudantes do oitavo ano do ensino fundamental 2, do Colégio Elvira Brandão, em São Paulo/SP. Ela queria mostrar aos seus alunos como é o sistema nervoso na prática, para que observassem, descrevessem, simulassem e construissem neurônios, capazes de se comunicarem entre si para propagar os impulsos nervosos.

A cada movimento involuntário, como respirar, até a ação voluntária de mexer as mãos depende de um dos sistemas mais complexos do corpo humano: o sistema nervoso. Esse sofisticado mecanismo espalha-se por todas as partes do nosso corpo para coordenar e regular as atividades corporais. O neurônio é a unidade funcional deste sistema.

Aula Maker

Para explicar tudo isso na prática, Lucia buscou parceria com os educadores do L@b criativo do colégio, realizando uma aula maker. A ideia era oferecer aos estudantes a oportunidade de conhecerem diversas ferramentas e materiais para utilizá-las com a finalidade de criar neurônios capazes de elucidar as regiões de propagação dos impulsos nervosos.

Para iniciar a atividade, ela dividiu a turma em grupos e apresentou uma receita de massa condutiva, desenvolvida com ingredientes simples para iniciar a modelagem do neurônio, respeitando a sua anatomia.

Ao final dessa etapa, a turma foi ao L@b Criativo para conhecer e aplicar alguns conceitos de circuito elétrico, com mediação do “guru” que usou o currículo de física para explanar o assunto com muita mão na massa. Para finalizar o trabalho, cada grupo modelou seus neurônios e elucidaram, por meio de circuitos elétricos com LED, as regiões de sinapses e de propagação dos impulsos nervosos.

Ao final do processo, Lucia afirmou a positividade do projeto ter sido realidade com aula maker: “Neste processo, eu percebi o quanto as crianças se empolgam com aulas que envolvem a cultura maker. Uma aula como esta, permite que eles aprendam a planejar, executar, trabalhar em equipe e lidar com as frustrações. Afinal, os erros fazem parte do processo criativo no qual eles estavam envolvidos”.

Você já conhece a cultura maker? Conhece outros projetos que a utilizam? Então comente abaixo!

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Fonte: http://porvir.org/aula-maker-cria-neuronios-condutores-de-energia-para-demonstrar-impulsos-nervosos/