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Confira estas tendências de educação para 2019 (parte 3)

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Saiba quais são mais algumas das tendências que pretendem revolucionar a educação em 2019.

1) Ensino híbrido

Você já ouviu falar em ensino híbrido? Nessa modalidade, na qual ambiente online e offline misturam-se, o jovem tem a consciência, a todo momento, de que está aprendendo continuamente.

Por meio de plataformas, é possível efetuar leituras complementares, testes em tempo real, assistir a vídeos, etc. E tudo isso acontece sob supervisão do professor, que permanece interagindo com o estudante.

2) LET (Lean Education Technology)

Antes de explicarmos a metodologia LET, é preciso compreender dois conceitos: Lean Startup e Design Thinking.

Resumidamente, o Lean Startup é uma abordagem voltada para o empreendedorismo, que consiste na criação e gerenciamento de negócios e no desenvolvimento de novos produtos. Já o Design Thinking foca na resolução de problemas e coloca o ser humano como o centro de processos.

A metodologia LET, concebida a partir dos conceitos supracitados, incorpora o empreendedorismo no dia a dia de jovens. Ela traz inúmeros benefícios para que, desde cedo, eles adquiram habilidades importantes para lidar com desafios, resolver problemas complexos, destacarem-se no mercado de trabalho e muitos mais.

Além disso, ela estimula a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração.

Conheça os seis objetivos que norteiam a metodologia:

– apresentação dos conceitos do empreendedorismo;

– desenvolvimento da mentalidade empreendedora;

– conhecimento das técnicas do Design Thinking;

– aplicação dos conceitos apreendidos no Design Thinking (para realização de entrevistas ou pesquisas, compreensão de problemas e geração de ideias e de soluções);

– projeção e construção de protótipos da solução encontrada;

– apresentação das ideias de um projeto.

Como você pode ver, a tecnologia tem modificado consideravelmente o mundo da educação, ressignificando relações humanas e processos de aprendizagem e, ainda, tornando a aquisição de conhecimento mais relevante e profunda aos jovens.

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Créditos da imagem: https://www.sparkmontessori.org

Fonte: https://escolasdisruptivas.com.br/escolas-do-seculo-xxi/tendencias-da-educacao-2019/

Professora dá 6 dicas de como inserir a tecnologia em sala de aula

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O incentivo da adoção de ferramentas digitais em sala de aula não se restringe apenas à sala de aula. É necessário que envolva os diferentes atores da escola, incluindo a gestão escolar, que tem também o papel de auxiliar a empregá-las da melhor maneira possível.

A professora Débora Garofalo dá dicas de como inserir a tecnologia em sala de aula. Confira:

1) Compreenda as demandas dos alunos

Para aproveitar os benefícios que as tecnologias oferecem, é importante que o professor pesquise e entenda as principais demandas dos estudantes. Vale investigar com a turma, por exemplo, quais tipos de aparelhos tecnológicos os alunos usam fora a sala de aula, bem como quais programas, qual a familiaridade com os recursos e o que eles gostariam de aprender. A partir deste diagnóstico inicial é possível compreender e dimensionar o planejamento.

2) Adote as tecnologias na aula

Além do diagnóstico realizado, é importante observar em sala de aula, quais são as dificuldades no dia a dia, em que momentos falta de motivação e quais desses podem ser revertidos com a adoção de novas práticas de ensino. A partir desta observação, podem-se estudar recursos disponíveis para escolher aqueles que melhor atendem as demandas e traçar planos de melhoria ao longo prazo.

3) Acompanhe a novidade

Nas primeiras semanas após a utilização das tecnologias em sala, é importante manter o acompanhamento dos estudantes a fim de verificar se os objetivos estão sendo supridos. É natural que ao adotar uma prática nova, nem tudo saia exatamente como o planejado. Por isso, a observação pode te ajudar a identificar pontos que podem ser aprimorados ou necessitem de alguma intervenção.

4) Continue se aprimorando

Tratando de tecnologias, as mudanças ocorrem com uma velocidade muito grande, sendo fundamental neste processo que a formação continuada faça parte da vida docente. Assim, o professor pode estar por dentro de descobertas e tendências educacionais mais atuais.

Ao se familiarizar com as tendências relacionadas ao uso das TIC’s na Educação, os professores entrarão em contato com novas formas de ensinar e de lidar com os conteúdos. É uma oportunidade de rever suas práticas, ganhar flexibilidade, aprendendo a lidar com novas questões, melhorando o seu tempo e gerenciamento da sala de aula. Além de ser um facilitador de interação entre professor e aluno.

5) Faça uso consciente e reflexivo das ferramentas digitais

A utilização destes recursos auxilia também no diálogo e sensibilização para utilizar as TIC´s em seu próprio benefício. Ser crítico em relação ao papel das tecnologias no planejamento reduz o uso não-pedagógico e aumenta a habilidade de lidar com eles de forma correta. Esse movimento também ajuda a desenvolver o senso crítico dos alunos sobre as relações com o mundo digital, podendo ser, por exemplo, um propulsor para abordar temas como cyberbullying e reduzir uso inadequado de celulares.

6) Explore formas e metodologias de ensino

O professor pode fazer uso de metodologias de ensino diversificadas, como a metodologia ativa, que visa trabalhar com foco na resolução de problemas, e do ensino híbrido, que combina a Educação tradicional e o uso de tecnologia.

Importante ressaltar que qualquer metodologia adotada pelos professores deve ser compartilhada com seus pares ou em outros fóruns, para aprender e solucionar possíveis obstáculos e dificuldades.  Para que a tecnologia não se torne um fim em si mesma, é preciso estudar melhores formas de empregá-las, de forma que proporcione benefícios para professores e alunos e motive ambos no processo de ensino e aprendizagem.

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Crédito: Acervo pessoal/Débora Garofalo

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/14387/a-hora-e-a-vez-das-ferramentas-digitais-na-escola

Entenda como a realidade aumentada auxilia o estudo de ciências

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Os alunos do quinto ano da Escola Estadual Dimer Pizzetti, em Içara/SC, puderam observar o coração em diferentes ângulos com realidade aumentada.

Através de tablets, os estudantes puderam conhecer nos mínimos detalhes o sistema cardiovascular, que antes haviam visto previamente em sala de aula. Os alunos também tiveram a oportunidade de utilizar estetoscópios para escutar os corações cheios de curiosidade dos colegas. E para o manuseio dos equipamentos, além do conhecimento detalhado das cavidades e camadas, contaram com o auxílio dos acadêmicos da Universidade Federal de Santa Catarina.

“Estudamos o corpo humano ao longo de todo o ano. Realizamos demonstrações em sala de aula, todavia com recursos limitados e modelos anatômicos pequenos. A realidade aumentada nos trouxe uma inovação. É uma interatividade que permite que eles não decorem apenas, mas efetivamente aprendam”, indica a professora de Ciências, Tatiane Canarin. “Ser médico é uma opção que considero para o meu futuro. E essa aula vai me ajudar”, enaltece Arthur Sartor Rodrigues. O jovem de 11 anos foi o principal participante nesta tarde e obteve quatro pirulitos pelos acertos.

A tecnologia adquirida pela UFSC já interagiu com alunos de Araranguá, Forquilhinha, Ermo e Maracajá. A escola do bairro Liri, em Içara, fechou então o ciclo de 2018. “Utilizamos a realidade aumentada para o estudo da anatomia na Medicina. Além da universidade, levamos às escolas como uma ferramenta também para o reforço no ensino”, coloca a professora do curso de Medicina, Iane Fransceschet. “Iniciamos a integração da universidade e as escolas pelo coração, mas temos a possibilidade de explorar também o fígado e o cérebro de forma virtual. O conteúdo depende da programação escolar”, pontua a coordenadora do curso de Engenharia da Computação da UFSC, Eliane Pozzebon.

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Créditos da imagem: Lucas Lemos/Canal Içara

Fonte: https://www.canalicara.com/cotidiano/escola-dimer-pizzetti-experimenta-realidade-aumentada-para-estudo-de-ciencias-41219.html

Tecnologia apresentada por alunos auxilia hospitais

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A 6ª Mostra de Tecnologia Educativa e o 2º Simpósio do Projeto Conecta Escola, realizados em Campo Grande/MS, receberam alunos da Rede Estadual de Ensino da cidade, que puderam aprender andando lado a lado com a tecnologia.

O principal objetivo da mostra é recuperar o aluno com dificuldade de aprendizado, por meio de atividades diferenciadas que, no final de cada ano, são reunidas em um só local e apresentadas a todos os alunos da Rede Estadual de Campo Grande. O tema de cada apresentação é escolhido por cada uma das 82 escolas participantes e cada turno (manhã, tarde ou noite) deve indicar um projeto para integrar a feira.

Este ano, 14 salas de aula foram tomadas pelas apresentações do projeto Conecta que já integra 100% das instituições de ensino estaduais da Capital, o que, de acordo com a coordenadora de programas educacionais, Tânia Rute, traz um ótimo resultado no desenvolvimento escolar, “a tecnologia é aplicada para que o aluno seja protagonista do aprendizado dele” conta a professora.

No final do dia de apresentações seis escolas são escolhidas como destaques pelo desenvolvimento dos projetos escolhidos. Entre elas, a Escola estadual Profª Elia França Cardoso. Os professores Alan Carvalho e Adriana Muller criaram, juntamente ao seus alunos do 7° ano, uma plataforma digital que facilita o acesso a informações do posto de saúde do Bairro São Conrado. As crianças, do Ensino Fundamental, pensaram, pesquisaram e desenvolveram o aplicativo que disponibiliza informações sobre atendimentos, cancelamento de consultas, campanhas de vacinação, horário de funcionamento entre outros dados que podem ser acessados de maneira off-line pelo usuário do serviço.

Para desenvolver este sistema, os professores e alunos trabalharam voluntariamente em horário de almoço durante todas as segundas e sextas-feiras na própria instituição. Além de sempre estar em contato com os funcionários do posto pesquisando melhorias, aprovações e outras necessidades. Este sistema é simples, de fácil uso e evita filas, ele já está disponível para uso na plataforma “Fábrica de Aplicativo”. Tecnologia também foi utilizada para avaliação dos trabalhos, nenhum papel foi gasto e todas as notas e votos foram lançados em um sistema digital criado por um dos professores participantes.  A mostra é um trabalho desenvolvido pelo Governo do Estado, SED (Secretaria Estadual de Educação) e CRED6.

Fonte: http://www.diariodigital.com.br/geral/projeto-conecta-escola-troca-conhecimento-entre-escolas-estaduais-da/176962/

6 benefícios da realidade aumentada na educação

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A realidade aumentada já é muito utilizada em diversas salas por todo o Brasil, levando inovação e aprimorando a educação. E os seus benefícios podem ser muito importantes para um maior engajamento dos estudantes.

A realidade aumentada (AR ou RA) une informações virtuais com o nosso mundo real e os usuários dessa tecnologia percebem as coisas reais ao seu redor juntamente a imagens geradas por computador, projetadas e perfeitamente integradas.

E a sala de aula pode ser sim, um ambiente propício para receber a tecnologia. A realidade aumentada na educação busca focar na projeção de dados e informações diante dos nossos olhos, otimizando a retenção de conteúdo e tornando a aprendizagem mais divertida e interessante.

Essas potencialidades proporcionadas pelas mídias digitais estimulam a imaginação e permitem que o conhecimento seja construído dentro de um contexto social imersivo.

A tecnologia ajuda no engajamento do estudante, pois envolve vários elementos culturais da humanidade. A realidade aumentada proporciona experiência empática que aumenta o interesse do estudante e estimula a autonomia, já que é possível que o próprio aluno explore e aprenda por meio de interações.

Alguns livros já vêm acompanhados de aplicativos que reforçam através de animações, demonstrações, vídeos, exercícios e novas funcionalidades o impacto que a realidade aumentada vem causando na educação.

Benefícios da realidade aumentada na educação

A realidade aumentada na educação gera diversos benefícios. Veja alguns desses benefícios, independente da área do conhecimento:

– Facilita a memorização do conteúdo
– Melhora o entendimento do assunto
– Engaja os estudantes
– Melhora a participação do aluno em sala de aula
– Enriquece conteúdos com elementos audiovisuais
– Agrega conteúdo digital ao mundo real

E a Xalingo Brinquedos tem opções de jogos em realidade aumentada que as crianças irão adorar, auxiliando no seu aprendizagem sobre diferentes temas. Confira a linha Interactive Play.

Fonte: http://www.flexinterativa.com.br/blogflex/aplica%C3%A7%C3%B5es-de-realidade-aumentada-na-educa%C3%A7%C3%A3o

Você sabe o que é robótica educacional e quais seus benefícios? Descubra aqui!

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A professora Débora Garofalo explica a robótica educacional e como incluí-la nas aulas.

Se a sala de aula tradicional conta com lousa, giz, mesas e cadeiras, a sala de aula que inova agora conta com martelos, parafusos, furadeiras, componentes eletrônicos. E a principal atividade propõe o professor agora não é mais a temida prova. Ela dá lugar à construção de um protótipo – com uma finalidade especifica, que desperte a curiosidade da turma e se envolva com a aprendizagem ao possibilitar que o estudante seja o centro do processo educacional. O nome desta aula é robótica educacional.

A sua utilização, como estratégia, vem crescendo na educação brasileiro e traz soluções inovadoras como o learning by doing (em tradução literal, aprender fazendo e que refere-se a uma teoria da Educação do filósofo americano John Dewey. Ele teorizou que a aprendizagem deveria ser relevante e prática, não apenas passiva e teórica. Ele implementou essa ideia instalando a Escola de Laboratórios da Universidade de Chicago. Suas visões têm sido importantes no estabelecimento de práticas de educação progressista).

O que é a robótica educacional?

Na robótica educacional são mesclados ambientes de aprendizagens que reúnem materiais não estruturados (que podem ser sucata) e ou kits de montagem. Esses kits são compostos por diversas peças, motores, sensores, controlados por uma placa com software que permite programar o funcionamento dos modelos montados. Ambos garantem ao aluno a oportunidade de desenvolver sua criatividade com a montagem de seu próprio projeto.

O que a robótica educacional favorece

Na Educação, a robótica educacional tem por objetivo desenvolver o raciocínio e a lógica na construção de algoritmos e programas para controle de mecanismo. É um projeto que favorece o planejamento e organização de projetos, motiva o estudo e análise de mecanismos existentes e estimula a criatividade nos diferentes segmentos da construção do conhecimento.

Ao experienciar a robótica, o aluno desenvolve sua capacidade de solucionar problemas, utilizando a lógica de forma eficiente, compreendendo conceitos das diversas áreas do conhecimento e exercitando-os na prática.

E você, professor(a): já utiliza a robótica educacional em suas aulas? Comente abaixo o que acha dessa inovação!

Créditos da imagem: Getty Images

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/12586/tecnologia-na-educacao-como-enriquecer-o-curriculo-com-a-robotica

Saiba como a tecnologia está auxiliando esses professores

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Os alunos do 8º ano, do Colégio Poliedro, em São José dos Campos/SP, estão aprendendo ciências com ferramentas que fogem do convencional “giz, lousa e livros”. É a tecnologia, mais uma vez, mostrando que vem para auxiliar os professores a tornarem as aulas cada vez mais dinâmicas e engajadas.

A professora Bianca Netto Rodrigues tem utilizado recursos tecnológicos como jogos, lousa digital e realidade aumentada para mostrar organismos, órgãos, sistemas e ecossistemas em funcionamento. “Hoje o acesso à informação é mais fácil e rápido, por isso o papel do professor vem mudando e atuamos como mediadores do processo de aprendizagem”, afirma.

E o que os alunos têm pensado sobre as inovações? Para a estudante Maria Rita Resende Aquino, de 13 anos, a tecnologia é muito boa para a sua educação: “acredito que a tecnologia favoreça a aula de Ciências não só por ser atrativa, mas porque facilita no aprendizado, saindo daquela teoria de todos os dias. Como atualmente a vida gira em torno da tecnologia, acho muito legal ter esses recursos na escola, onde passo a maior parte do tempo”, diz ela.

Os projetos tecnológicos buscam ampliar os desafios e caminhos de aprendizagem. “Ao propor que os alunos trabalhem em grupos com autonomia na construção de jogos educativos virtuais, eles precisam se empenhar para aprender linguagem de programação ou usar a criatividade na criação. Eles aprendem enquanto se divertem”, ressalta a professora.

As aulas com inovações tecnológicas, além de transmitirem conceitos de ciências de forma mais divertida, permitem que os alunos tenham contato com linguagem de programação e desenvolvam autonomia na elaboração de jogos. “O planejamento completo do jogo deve ser pensado e executado pelo grupo, desde o objetivo principal, as regras, o tipo de jogo, sua construção, teste e funcionamento”, explica a docente.

A utilização da realidade aumentada amplia a curiosidade dos estudantes. O recurso tecnológico permite que vejam detalhes da estrutura de órgãos e organismos em funcionamento. Já as projeções de imagens e animações também são úteis para demonstrar o funcionamento de órgãos e/ou sistemas do corpo humano. Em todas as aulas, a professora utiliza a lousa digital, uma vez que facilita e agiliza o manuseio de diferentes ferramentas, possibilitando o acesso à Internet.

O OneNote, por exemplo, é um programa amplamente utilizado na preparação das aulas, permitindo que pais e alunos tenham acesso às anotações realizadas na lousa durante as aulas.

Fonte: https://www.segs.com.br/educacao/134804-professora-de-ciencias-inova-com-aulas-repletas-de-tecnologia

Esse evento mostrou histórias inspiradoras que utilizaram a tecnologia

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O Google for Education organizou o evento Inovar para Mim, que trouxe exemplos de histórias inspiradoras do uso da tecnologia dentro e fora da sala de aula. O evento aconteceu em São Paulo/SP, em agosto de 2018.

Entre as muitas histórias apresentadas, está a da estudante Ana Carolina Neris, de 16 anos. Ela foi idealizadora de um projeto que busca a melhoria do acesso à saúde pública da sua cidade, Itabuna, no sul da Bahia. Com o auxílio de professores, ela criou o Hack Saúde, um aplicativo que visa otimizar o atendimento nos postos de saúde.

Ana Carolina pensou em um aplicativo que pudesse reunir informações dos usuários, como consultas marcadas e dados do cartão de vacina. A ferramenta também terá detalhes das unidades de saúde, como as datas disponíveis para atendimento, filas e vacinas. Confira um pouco mais sobre o projeto aqui.

Projeto visa a limpeza de córregos

Renan Silva Nunes, de 15 anos, também foi responsável um importante projeto sustentável. Ele e outros dez alunos do ensino médio do Colégio Magno, em São Paulo/SP, desenvolveram o Reciclando Rios, que no início era uma proposta de limpeza dos córregos e hoje retira água do Córrego Congonhas e a torna quase potável.

Através da tecnologia, o processo de pesquisa e aprendizagem das propriedades da física e da química se tornou mais fácil. “Quem sabe não conseguimos expandir esse projeto e chegar ao Rio Tietê? Não vou desistir, quero investir sempre nesse projeto”, pontuou.

Veja um pouco mais sobre esse projeto, aqui.

Que achou dos projetos? Comente abaixo!

Créditos da imagem: Google/divulgação

Fonte: http://porvir.org/google-lanca-campanha-para-destacar-alunos-e-educadores-inovadores/

Saiba como celular e filmes melhoraram a aprendizagem desses alunos

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Esta professora precisava solucionar alguns problemas que vinham acontecendo como o uso excessivo do telefone celular, a falta de motivação dos alunos em aprender e dificuldade de incluir os alunos com deficiência.

Cíntia Lautert é professora na Escola Madre Benícia, em Novo Hamburgo/RS, e utilizou a própria tecnologia para melhorar a aprendizagem de seus alunos. Diante de recomendações da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que reconhecem o uso de tecnologias que promovam a aprendizagem significativa, ela desenvolveu duas práticas que foram apresentadas em pesquisas acadêmicas.

Pesquisas

Em seu trabalho de conclusão de curso de graduação, ela demonstrou como o telefone celular pode contribuir positivamente para o ensino de Ciências. Na pesquisa, ela demonstrou como os smartphones ajudam a elevar a média dos alunos em 32%.

Cíntia também é pós-graduada em TIC Edu (Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação) e no trabalho final dessa etapa, pesquisou como os filmes de entretenimento infanto-juvenil contribuem no processo de escolarização dos alunos da educação especial, além de elevar a média de aprendizagem em 9% nas turmas do sexto ano do ensino fundamental, sendo assim, um importante recurso pedagógico.

Realizações das pesquisas

Ambas as práticas foram realizadas em momentos distintos e com turmas de diferentes níveis escolares. Na utilização do celular, como recurso pedagógico, o projeto consistiu em verificar qual método de ensino seria mais eficaz: o método tradicional (que utiliza o quadro e o livro didático como recurso pedagógico) ou o método tecnológico (que consistia em pesquisar os conteúdos pré-selecionados pela professora e em produzir um vídeo com a utilização do telefone). Para verificar a assimilação do conteúdo, foram realizadas duas avaliações. Uma para analisar a aprendizagem a partir do método tradicional, e a outra após a produção audiovisual.

Para a prática com o filme de entretenimento, buscou-se avaliar os alunos a partir do método tradicional de ensino e após uma sessão de animação infanto-juvenil que dava sentido ao conteúdo aprendido em sala de aula. Como os alunos de inclusão apresentam uma forma de avaliação diferenciada e amparada por lei, essa foi adaptada à necessidade dos mesmos. Ambos artigos estão fundamentados com a legislação atual.

Com essas práticas, além da elevação na média de aprendizagem, os alunos ficaram mais motivados em aprender com tecnologias. Foi possível obter maior contextualização dos aspectos científicos com a realidade.

Fonte: http://porvir.org/celular-e-filmes-melhoram-a-aprendizagem-em-ciencias-quimica-e-biologia/

5 dicas de livros e filmes para você abordar a tecnologia em sala de aula

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Você, professor(a), sabe muito bem: nem sempre é fácil engajar os alunos. Mas as possibilidades que a tecnologia tem demonstrado, para tornar as aulas mais dinâmicas e o conhecimento mais compartilhado, inspiram para o engajamento dos estudantes. E você pode explorar os avanços tecnológicos em sala de aula através de nossas 5 indicações de livros e filmes que abordam o assunto. Confira nossas dicas!

Filmes

1. Transcendence – A Revolução (2014)
Dr. Will Caster é um famoso cientista especializado em inteligência artificial. Durante o lançamento de uma plataforma desenvolvida por ele, um grupo terrorista antitecnologia tenta assassiná-lo. Vale a pena acompanhar esta trama, que mistura ficção e suspense.

2. Eu, Robô (2004)
A história se passa no ano de 2035, quando os robôs já fazem parte do cotidiano dos seres humanos. Eles servem aos humanos como trabalhadores em fábricas e serviços domésticos. Inesperadamente, um famoso cientista que defende o uso de inteligência artificial é encontrado morto, e o maior suspeito é o androide Sonny. Entra em cena o detetive Del Spooner, que abomina robôs, embora tenha sido salvo por um.

Livros

3. Ensino Híbrido – Personalização e Tecnologia na Educação
(Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto e Fernando de Melo Trevisani Penso, 2015)

O livro é resultado de experimentações sobre o ensino híbrido desenvolvido em escolas pelo Instituto Península. O título reúne possibilidades de integração das tecnologias digitais ao currículo escolar, inspirando professores a desenvolver aulas personalizadas.

4. Gamificação na Educação
(Luciane Maria Fadel (org.), Pimenta Cultural, 2014)

Dividido em dez artigos escritos por diferentes especialistas na área, o e-book aponta os diálogos possíveis entre a gamificação e a Educação, além de ressaltar as potencialidades desse encontro. O conteúdo está disponibilizado gratuitamente para download.

5. Multimídia Digital na Escola
(Elenice Larroza Andersen (org.), Editora Paulinas, 2013)

A utilização de tecnologias no ambiente escolar e o uso de recursos educacionais abertos são alguns dos assuntos abordados no livro, que apresenta experiências desenvolvidas em contextos escolares diversos.

Tem dicas de outros filmes e livros que abordam a tecnologia? Então comente abaixo!

Fontes:
https://novaescola.org.br/conteudo/12044/como-a-tecnologia-pode-inspirar-sua-proxima-aula