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Mind Makers leva programação e robótica às escolas

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Criada em 2016, a Mind Makers desenvolve sala especial e programa para escolas apresentarem programação, robótica e universo maker a seus alunos.

Nas escolas ou franquias, os alunos aprendem conceitos de programação, maker e robótica, em salas coloridas, planejadas para a colaboração. Para dar início à programação, os instrutores utilizam plataformas abertas code.org, que permite às crianças cumprir diferentes fases criando algoritmos de modo visual e intuitivo.

Numa das atividades realizadas em colégio envolvido com a Mind Makers, Angelo Oliveira, de 10 anos e aluno do 5º ano, foi desafiado a criar um conjunto de algoritmos para fazer um personagem zumbi chegar até uma planta e passar de nível. Com alguns blocos de direita e esquerda, seguidos pelo comando de repetir, a missão estava completa. Segundo Angelo, “o personagem tem que andar para frente e para trás 360 vezes. Eu errei bastante, mas consegui chegar. O professor falou que não pode desistir, porque errando é que se aprende”.

Já Heitor Medeiros, de 9 anos e do 3º ano, o projeto que une geografia e robótica é seu favorito: “eu gosto mais de controlar o sphero (robô em formato de esfera). Você conecta ele com o computador e põe comandos. A gente colocou o mapa mundi aqui e viajou pelos países como se fossem as primeiras rotas humanas”.

Para o professor da Mind Makers, Thiago Vale, a metodologia, que agrada os interesses dos estudantes, faz com que eles mesmos busquem conectar aprendizado tecnológica com as aulas tradicionais.  Já para os pais, o sistema da Mind Makers envia relatório com tarefas que os filhos desenvolvem em sala e o que deve ser estudados em casa. A empresa também estuda a ideia de oferecer curso online de seis horas para os pais.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube:  https://www.youtube.com/channel/UCEu_wTApB06msiH5SXQ-JRg

Fonte: http://porvir.org/empresa-une-curriculo-programacao-para-desenvolver-habilidades/

Esta escola dá um destino surpreendente às sucatas

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Presente em 35 países, Engineering for Kids oferece cursos de engenharia para crianças em sede própria e também em escolas privadas.

Na Engineering for Kids, garrafas plásticas e elástico viram bumerangues e catapultas, com o propósito de ensinar o conceito de energia. Pontes que lembram a estrutura de treliça (muito utilizada nos Estados Unidos) são construídas a partir de palitos de sorvete e balas de goma.

Canudos se transformam em foguetes, e marshmallows viram astronautas que não podem cair quando a aeronave pousa. Com o slime, geleca que virou febre entre a criançada, é possível ver na prática a alteração das propriedades químicas das matérias.

É através das sucatas, que a escola Engineering for Kids Brasil ensina conceitos de engenharia para crianças de 4 a 14 anos. Também há aulas de programação e robótica. São cursos livres e pagos que ocorrem no período do contraturno escolar das crianças.

Presença mundial e no Brasil

A escola é uma franquia presente em 35 países, criada pela americana Dori Roberts, que dava aulas de engenharia para crianças em escolas dos Estados Unidos. A única unidade do Brasil fica na Vila Nova Conceição, na Zona Sul de São Paulo, e foi inaugurada no início deste ano.

Atualmente cerca de 150 crianças frequentam os cursos regulares uma vez por semana. A maioria tem até 10 anos, e cerca de 40% é menina. A Engineering For Kids também oferece oficinas em cinco escolas particulares da cidade de São Paulo. No ano que vem, o proprietário Rodrigo Oliveira Alhadeff quer fechar parcerias com instituições filantrópicas e atingir alunos da rede pública.

“É muito legal quando acaba a aula e a criança não quer ir embora, é bom ver o quanto elas se divertem, ainda mais sabendo que estamos impactando na educação delas. Uma das nossas preocupações era oferecer educação, e não entretenimento disfarçado de educação”, afirma.

Alhadeff formou-se em engenharia pela Poli na (USP) Universidade de São Paulo, fez MBA no exterior, trabalhou em bancos no Brasil e foi gerente nacional de vendas da Livraria Cultura. Do último emprego, herdou o gosto de ver as pessoas buscando lazer e educação. “Queria algo que enchesse os olhos nas pessoas, e como na época meus filhos tinham 5 e 8 anos, tinha acesso direto ao perfil do meu público.”

O engenheiro orgulha-se ao contar que já sente o impacto do trabalho da escola nos alunos. “Estamos com uma criança que sofria bullying na escola, sempre ficava de lado, depois que veio para Engineering For Kids mudou e ficou mais autoconfiante.”

Experimentos que empolgam os alunos

O currículo é padronizado em todas as unidades da escola e formatado por uma equipe de oito pessoas na sede nos Estados Unidos. A pedagogia é baseada no método desenvolvido pela empresa de consultoria Falconi chamado de PDCA que é originado dos verbos plan (planejar), do (executar), check (verificar) e act (agir).

Neste modelo os alunos são inspirados em perguntar qual o problema, pensar em possíveis soluções, projetá-las, construir o modelo com base nessa projeção, testá-lo e melhorar o que foi implementado.

Por conta da metodologia, durante as aulas práticas os professores fazem com que as experiências não funcionem na primeira vez para que a criança pense o que deu errado e faça mudanças para melhorar o projeto.

“Além da prática, tem a parte teórica. Quando falamos dos foguetes, contamos que ele foi inventado em 1300 pelos chineses para se defender de uma tentativa de invasão mongol. Já existia foguete em 1300 e fui aprender aqui. Até para nós adultos é interessante. Trazemos a história do tema e no final há um resumo para reforçar os principais pontos de aprendizado”, diz Alhadeff.

Uma das atividades que faz sucesso entre os alunos é a simulação de uma mineração de cookies cujo o impacto ambiental é avaliado a partir do volume de farelo gerado no entorno.

“Vendemos materiais mais caros e mais eficientes, e mais baratos e menos eficientes. Vira diversão comprar e vender o chocolate sendo minério de ferro”, explica.

Outra missão dos alunos durante as aulas é impedir que o óleo que vazou no mar se alastre até a praia. O “desastre ambiental” na verdade é um pouco de azeite jogado em uma bacia com água e areia. Os alunos precisam comprar materiais que tenham capacidade de absorver o azeite e conter o vazamento hipotético.

Robô herói e jogador de basquete

As atividades de engenharia e robótica podem ser feitas por crianças com idade a partir de 4 anos, mas para a programação, pela complexidade do tema, a idade mínima é de 7. Mesmo os alunos menores têm acesso às noções e ferramentas básicas de programação, e os desafios crescem à medida do tempo do curso.

Entre as atividades que envolvem robótica e programação estão a do robô que joga basquete e o que tem a missão de salvar o patinho de um terremoto. “A criança programa o robô para andar, parar e tentar acertar a bolinha na cesta. Também tem o que limpa os detritos do terremoto até salvar o patinho e que precisa reconstruir a ponte para passar.”

Além dos cursos, a escola promove atividades de robótica em festas de aniversário. Os convidados constroem robôs que lutam a partir dos comandos do controle remoto. As crianças também utilizam o sensor de cores para manter os robôs dentro da arena.

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Créditos da foto: divulgação

Fonte: http://porvir.org/com-sucata-escola-ensina-engenharia-para-criancas-a-partir-de-4-anos/

Aulas gratuitas de programação básica

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Microsoft cria campanha para ensinar programação a jovens que ainda são leigos no assunto.

Para quem quer aprender o básico de programação e também linguagem HTML, a Microsoft dispõe da campanha #EuPossoProgramar. O projeto já formou mais de 1 milhão de jovens nos últimos anos, aqui no Brasil.

Os cursos presenciais são ministrados por 15 ONGs parceiras da Microsoft, como a Recode, a Trust for Americas e a Associação Telecentro de Informação e Negócio, que irão oferecer o curso em instituições sociais e telecentros.

O conhecimento em programação se inicia com o primeiro conteúdo, que se chama a Hora do Código. Ele utiliza linguagem de blocos para ensinar a programar através de dois cursos: “Angry Birds“ e “Ana e Elsa” (do filme Frozen). No outro curso, intitulado Aprendendo a Programar, os alunos aprendem através de videoaulas, que desmitificam a linguagem dos computadores.

Já o caminho para desenvolvimento de uma página pessoal é realizado em sete módulos, que são divididos em elementos básicos de HTML. No curso “Minha Página Web”, os alunos aprenderão a construir uma estrutura básica de um site, tendo contato com programas de edição de código em CSS e JavaScript.

Saiba mais sobre o projeto, aqui: http://www.eupossoprogramar.com/

Fonte: http://porvir.org/microsoft-lanca-campanha-para-ensinar-jovens-programar/

Computador de bolso ensinará programação às crianças

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Acordo entre Micro:bit Foundation e Positivo Tecnologia leva cultura maker às escolas com a distribuição de pequenas placas programáveis.

Está chegando ao Brasil o computador de bolso criado pela emissora britânica BBC, que ensina programação. A sua proposta é estimular a criatividade, além de fortalecer a cultura maker dentro das escolas. A mini placa programável será aprimorada e também adaptada para sua distribuição e adaptação aos brasileiros e estudantes de outros países da América Latina.

Segundo o diretor da Secretaria de Informática do MCTIC, Otávio Caixeta, com o equipamento “as crianças poderão trabalhar o raciocínio lógico e, a partir daí, aprender matemática. Também podemos usar planos de aula para desenvolver outras habilidades. A ideia é trazer essa familiaridade com o digital para desenvolver conteúdos do século 21 e melhorar o rendimento geral dos estudantes brasileiros no STEM (sigla em inglês para ciências, tecnologia, engenharias e matemática).”

Créditos da foto: Marina Lopes / Porvir

Fonte: http://porvir.org/computador-de-bolso-da-bbc-chega-ao-brasil-para-ensinar-criancas-programar/

Mind Makers leva programação e robótica às escolas

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Criada em 2016, a Mind Makers desenvolve sala especial e programa para escolas apresentarem programação, robótica e universo maker a seus alunos.

Nas escolas ou franquias, os alunos aprendem conceitos de programação, maker e robótica, em salas coloridas, planejadas para a colaboração. Para dar início à programação, os instrutores utilizam plataformas abertas code.org, que permite às crianças cumprir diferentes fases criando algoritmos de modo visual e intuitivo.

Numa das atividades realizadas em um colégio envolvido com a Mind Makers, Angelo Oliveira, de 10 anos e aluno do 5º ano, foi desafiado a criar um conjunto de algoritmos para fazer um personagem zumbi chegar até uma planta e passar de nível. Com alguns blocos de direita e esquerda, seguidos pelo comando de repetir, a missão estava completa. Segundo Angelo, “o personagem tem que andar para frente e para trás 360 vezes. Eu errei bastante, mas consegui chegar. O professor falou que não pode desistir, porque errando é que se aprende”.

Já para Heitor Medeiros, de 9 anos e do 3º ano, o projeto que une geografia e robótica é seu favorito: “eu gosto mais de controlar o sphero (robô em formato de esfera). Você conecta ele com o computador e põe comandos. A gente colocou o mapa mundi aqui e viajou pelos países como se fossem as primeiras rotas humanas”.

Para o professor da Mind Makers, Thiago Vale, a metodologia, que agrada os interesses dos estudantes, faz com que eles mesmos busquem conectar aprendizado tecnológico com as aulas tradicionais. Já para os pais, o sistema da Mind Makers envia relatório com tarefas que os filhos desenvolvem em sala e o que deve ser estudados em casa. A empresa também estuda a ideia de oferecer curso online de seis horas para os pais.

Fonte: http://porvir.org/empresa-une-curriculo-programacao-para-desenvolver-habilidades/