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Tag - inteligência artificial na educação

Quer aprender inteligência artificial? Então leia essa postagem

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A Microsoft acaba de lançar plataforma de cursos gratuitos de inteligência artificial.

Com todas mudanças tecnológicas que vêm acontecendo, é sempre bom se atualizar às novidades que poderão ser repassadas, posteriormente, aos alunos.

E para te auxiliar, uma dica é a nova plataforma de ensino da Microsoft: a AcademIA. Ela terá disponibilizados 12 módulos gratuitos sobre inteligência artificial, que parte da introdução básica à tecnologia, sua linguagem de programação e aplicações. Para ganhar capilaridade, a iniciativa conta com o apoio de instituições que levarão os cursos até profissionais e estudantes, tais como Recode, IOS (Instituto de Oportunidade Social), Instituto Gerando Falcões, The Trust for The Americas, Eidos e ATN (Associação Telecentro de Informação e Negócios).

O curso de inteligência artificial contempla 12 módulos, sendo eles: “Introdução à Inteligência Artificial”, “Introdução a Python para Ciência de Dados” – ambos disponíveis em português –, além de “Matemática Essencial para Machine Learning: Edição Python”, “Leis e Ética para Dados e Analytics”, “Métodos de Pesquisa para Ciência de Dados: Edição Python”, “Princípios de Machine Learning: Edição Python”, “Explicações sobre Deep Learning”, “Explicações sobre Reinforcement Learning”, “Processamento de Linguagem Natural (NPL)”, “Sistemas de Reconhecimento de Voz”, “Visão computacional e Análise de Imagens” e “Microsoft Professional Capstone: Inteligência Artificial”.

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Fonte:
http://porvir.org/microsoft-lanca-plataforma-de-cursos-gratuitos-de-inteligencia-artificial/

Entenda como a Inteligência Artificial pode auxiliar a Educação

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Startup de Abu Dhabi criou um sistema de inteligência artificial que coleta os dados de milhares de estudantes e adapta os conteúdos para diferentes formatos, de acordo com o grau de dificuldade de cada um.

Ao invés de lousas, livros e cadernos, em 57 escolas públicas de Abu Dhabi e Al Ain, nos Emirados Árabes, as salas de aulas possuem telas. Através de uma plataforma digital, os alunos aprendem matemática, ciências, e inglês com conteúdos adaptados de acordo com o grau de dificuldade de cada um. O sistema, criado pela startup Alef Education, usa inteligência artificial (IA) para coletar e personalizar os dados.

“Todos os dias, capturamos milhões de dados sobre os estudantes”, disse o CEO da Alef Education, Geoffrey Alphonso, à CNN. Ele contou como funciona o sistema: para começar, os estudantes criam seus próprios avatares. Depois, podem acessar o conteúdo do curso por meio de vídeos, animações e outros conteúdos digitais. Se o sistema capta alguma dificuldade, reprograma as atividades para que o aluno aprenda os conceitos de outra forma.

O sistema de inteligência artificial identifica ainda em quais temas o aluno tem mais facilidade. Depois, envia feedback instantâneo para o professor e para os pais. “Se um estudante está indo muito bem em ciências, por que não despertar seu interesse nas profissões de cientista ou astronauta?” diz Alphonso. “Essa é a nossa meta: usar todos esses dados para criar um caminho de aprendizagem individual”.

O CEO afirma não captar informações pessoais dos estudantes, para proteger sua privacidade. O uso das telas está restrito a três horas e meia por dia. No restante do dia, os alunos realizam atividades práticas, nas quais podem interagir e realizar experimentos.

Que achou da ideia? Comente abaixo!

Créditos da imagem: REPRODUÇÃO/CNN

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Fonte:
https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2019/05/startup-de-abu-dhabi-usa-ia-para-transformar-ensino-em-escolas-publicas.html

Saiba quais são as ferramentas de inteligência artificial que serão usadas nas escolas até 2030

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A inteligência artificial deve impactar a educação nos próximos anos e, estudo do SESI e do SENAI, aponta a tendência de uso das tecnologias educacionais baseadas em IA nas escolas, até 2030.

Entre as apostas, está a expansão da utilização de sistemas tutores inteligentes para ensino personalizado. A ferramenta é capaz de identificar se o aluno adquiriu conhecimento sobre o tema ensinado e se está cansado ou feliz por ter resolvido um problema. A partir disso, a ferramenta é capaz de decidir, de forma autônoma, qual a melhor estratégia pedagógica para ser utilizada em cada momento.

O estudo Tendências em Inteligência Artificial na Educação foi elaborado pela professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Rosa Maria Vicari a pedido do SESI e do SENAI. Ela analisou bases de patentes nos Estados Unidos, na União Europeia, no Canadá e no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) no Brasil. Além disso, consultou bases internacionais de artigos científicos e documentos apresentados em congressos.

Como complemento desse estudo, o SESI e o SENAI reuniram, em um painel, especialistas brasileiros em inteligência artificial para avaliar a difusão dessas tecnologias nas escolas do país, entre os quais pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Grande Sul (PUC-RS), além de empresas do setor. A previsão é que, até 2030, quatro das tecnologias listadas no estudo estarão difundidas em até 50% das escolas públicas e privadas do Brasil, e uma delas, computação em nuvem, deve estar presente em até 70% das instituições de ensino.

Conheça as tecnologias educacionais com uso de inteligência artificial que devem ser mais difundidas:

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Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/tecnologia/2019/estudo-aponta-ferramentas-de-inteligencia-artificial-que-serao-usadas-nas-escola

10 tendências que estão mudando a educação em todo o mundo (parte 2)

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As mudanças sociais e tecnológicas que têm acontecido no mundo nos últimos anos, também trazem mudanças na educação. E os desafios para os próximos anos prometem trazer muitos questionamentos e busca por soluções que impactem as novas gerações.

Na postagem passada vimos 5 tendências que prometem mudar o mundo nos próximos anos. Hoje veremos outras 5 delas, apontadas por Andreas Shleicher, diretor de educação da OCDE. Confira!

1) Humanos de primeira classe ou robôs de segunda?

Já foram feitos vários alertas sobre a ameaça da inteligência artificial para os empregos de hoje em dia. E é importante que os sistemas educacionais consigam fornecer aos estudantes as ferramentas que os adaptem e modernizem em um cenário de trabalho em constante mudança.

Cada vez mais surgem dúvidas quanto ao potencial do ser humano que pode ser replicado por robôs: como garantir que características humanas como imaginação, sentido de responsabilidade ou inteligência emocional possam ser aproveitadas junto com o processamento da inteligência artificial?

2) Lições ao longo da vida

Nas constantes mudanças, a expectativa de vida que tem aumentado, tem feito muitos adultos buscarem a capacitação profissional. Será necessário dar mais atenção ao aprendizado a longo prazo, para que os adultos estejam preparados para mudar de trabalho e se aposentar por mais tempo.

Desde 1970, a média de anos de aposentadoria em países membros da OCDE aumentou de 13 para 20 anos.

Em décadas recentes, houve grandes mudanças no âmbito profissional, e praticamente desapareceu o “emprego pra toda a vida”.Mas, na realidade, os adultos que mais precisam de educação e treinamento, ou seja, aqueles menos qualificados, são os que menos têm chances de ter acesso a isso.

É um problema frequentemente ignorado, mas será cada vez mais importante que as habilidades de uma pessoa coincidam com os requisitos dos empregos disponíveis.

3) Conectados ou desconectados?

A internet é uma parte integral da vida dos jovens. Em alguns países, a quantidade de tempo que os jovens de 15 anos passam conectados duplicou em três anos. Muitos adolescentes dizem sentir-se mal se ficam desconectados.

Mas a educação ainda tem que aceitar a presença permanente da internet. Qual é o papel que ela deve ter na educação? Como reduzir seus efeitos negativos, como o cyberbullying e a perda de privacidade?

4) Ensino de valores

Todo mundo espera que a escola ensine valores. Mas, em um mundo cada vez mais polarizado, quem decide quais devem ser ensinados?

O mundo digital tornou possível que mais gente expresse suas opiniões, mas isso não garante que possam acessar informações confiáveis e balanceadas ou que estejam dispostos a escutar outras pessoas.

Como uma pessoa pode diferenciar fatos e ficção? Como a escola podem diferenciar opiniões e informações objetivas? As escolas devem ser politicamente neutras ou promover ideias ou formas de pensamento específicas? E qual classe de virtudes cívicas são exigidas pelas democracias modernas?

5) Temas irrelevantes para muitos

A ONU diz que há cerca de 260 milhões de crianças que perdem a chance frequentar a escola. Para elas, estes temas serão irrelevantes, porque nem sequer têm acesso a uma escola ou estão escolas com um nível educacional tão baixo que saem dela sem ter os conhecimentos mais básicos de escrita e matemática.

Créditos da imagem: Eddie Kopp/Unsplash

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Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/03/03/educacao-10-tendencias-que-estao-mudando-o-ensino-em-todo-o-mundo.ghtml

Confira estas tendências de educação para 2019 (parte 2)

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2019 está vindo repleto de tendências na área da educação. E você, professor, pode ficar por dentro de algumas delas na nossa postagem de hoje.

Nos últimos anos, vemos a tecnologia cada vez mais adentrando as salas de aula. E para 2019, ela continuará auxiliando na melhora da educação. Confira essa e outras tendências:

Uso da tecnologia

O uso da tecnologia em sala de aula pode trazer muitos benefícios. Confira alguns deles:

– aprimoramento na qualidade da educação: novas metodologias chegam para aperfeiçoar o processo educacional, ajudando educadores a encontrarem abordagens pedagógicas diversificadas;

– aulas mais atraentes: a aprendizagem torna-se mais motivadora e encantadora;

– aproxima alunos de professores: propicia um aprendizado conjunto que contribui para a socialização de docentes e discentes;

– auxílio no desempenho escolar: com o estímulo, o interesse pelas atividades escolares cresce, assim como a produtividade dos alunos;

– estímulo ao conhecimento e à troca de ensinamentos: os assuntos abordados em sala de aula passam a ser partilhados em âmbito familiar.

Tendências tecnológicas para a sala de aula

– Gamificação

A gamificação consiste na utilização de mecânicas e dinâmicas de jogos para despertar e estimular o aprendizado. O recurso, que apresenta práticas ludopedagógicas e interativas, é bastante interessante para desenvolver a criatividade e aumentar a participação em sala de aula.

– Mobile learning

No mobile learning, o ensino acontece em ambientes digitais, à distância. Por meio de dispositivos móveis (smartphones, tablets etc.) com acesso à internet, existe a possibilidade de utilizar metodologias diferenciadas, como livros digitais, videoaulas, aplicativos, cursos e-learning, entre outros.

Inteligência Artificial

O uso da inteligência artificial na educação é relativamente novo e tem sido timidamente adotado por instituições de ensino. O recurso é de grande valia para que o aluno consiga identificar rapidamente seu padrão de erros e acertos, pois ele trabalha basicamente com estatísticas. Assim, o estudante pode acompanhar, estatisticamente, a evolução de seu aprendizado, verificando acertos e dificuldades.

Robótica

A robótica é uma tendência indiscutível em diversos setores da sociedade. Além de promover a ligação entre o digital e o real, o recurso proporciona o protagonismo do jovem. Com a ferramenta, o aprendizado é aprofundado, pois ele passa a compreender na prática, por exemplo, teorias matemáticas ou físicas difíceis de serem assimiladas.

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Fonte: https://escolasdisruptivas.com.br/escolas-do-seculo-xxi/tendencias-da-educacao-2019/

Confira estas tendências de educação para 2019 (parte 1)

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A cada ano que passa, novas ideias surgem para melhorar a educação em todo o mundo. E para 2019 não vai ser diferente: muita inovação e tecnologia devem fazer parte do currículo escolar de muitas escolas.

E para te ajudar a entender tudo que pode acontecer neste próximo ano, selecionamos 3 tendências de educação. Confira!

1) Flexibilização curricular

Uma das principais tendências da educação é a flexibilização curricular. O objetivo é levar para a sala de aula a discussão sobre assuntos em pauta na sociedade e que fazem parte do cotidiano dos estudantes. A exemplo, a sustentabilidade, os direitos humanos, a tecnologia, a igualdade social e as questões de gênero.

Com a flexibilização curricular, existe a oportunidade de construir uma nova abordagem e uma formação escolar mais diversificado. Dessa maneira, é possível adaptar o ensino às necessidades individuais de cada aluno — tornando, assim, a sala de aula muito mais democrática e inclusiva.

2) Conscientização e inclusão

Como dissemos, com a flexibilização curricular é possível tratar de assuntos emergentes da sociedade, em sala de aula. E isso é importantíssimo, pois vivemos em um mundo onde já não há mais espaço para o preconceito, de modo que jovens precisam permanecer conscientizados acerca da diversidade.

O investimento na educação inclusiva também é uma das tendências da educação. As diferenças sempre existiram e precisam ser respeitadas. Há diversos alunos com síndromes, deficiências e transtornos que, assim como os demais, merecem um ensino de qualidade.

Por isso, é importante que educadores estejam atentos para as peculiaridades e necessidades desses jovens. É essencial lembrar-se de que cada ser humano é singular e que, antes de pensar sobre o desenvolvimento do currículo escolar, suas individualidades precisam — e devem — ser consideradas.

3) Exercício do diálogo e da escuta

É preciso instigar um diálogo no qual os jovens consigam expressar-se sem amarras. E, mais do que isso, é importante incentivá-los a escutar outros pontos de vista sobre um mesmo assunto, e fazê-los compreender que existem outras opiniões que devem ser respeitadas.

Durante esse momento, o processo de aprendizado deve ser estimulado a ocorrer em conjunto. É necessário criar um ambiente onde todos possam aproveitar essa atividade e refletir verdadeiramente sobre um determinado tema, com a ajuda uns dos outros.

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Fonte: https://escolasdisruptivas.com.br/escolas-do-seculo-xxi/tendencias-da-educacao-2019/

Inteligência artificial na educação? Saiba Mais!

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Paul é uma inteligência artificial turbinado pela plataforma Watson, da IBM, que cumpre o papel de um professor 24 horas por dia, tirando dúvidas dos alunos e identificando a melhor forma de aprendizagem de cada um deles baseada em suas personalidades.

Um dos beneficiados por Paul é o profissional autônomo Kennedy Sophia Junior, de 33 anos. Ele é pós-graduado em três cursos presenciais, mas está gostando muito do novo “professor” do curso à distância que está fazendo. Segundo Filipe Cotait, diretor de tecnologia da Stefanini Scala, “”A grande diferença é que o Paul usa computação cognitiva, não é chatbot e nem pesquisa de informações, como os auxiliares de smartphones, Siri ou Google Assistente”.

Se, por exemplo, o curso tem matemática financeira e o aluno já estudou ou trabalha com isso, Paul orienta que ele avance o tema. Mesmo assim, todo o conteúdo programático é avaliado.

Paul gera um relatório sobre os alunos

A inteligência artificial consegue gerar três relatórios sobre o aluno: traços de personalidade, que consideram introversão e extroversão, por exemplo; melhor método de aprendizagem; e grau de conhecimento sobre o tema, que pode ajudar a pular algumas etapas.
Depois de mapear o perfil do aluno, o professor sugere métodos de aprendizagem em vídeos, textos, infográficos ou outros aspectos que possam ajudá-lo a captar mais informações.

E o professor, onde fica nessa história?

Segundo Adriano Mussa, diretor acadêmico e de inteligência artificial na escola de negócios Saint Paul (casa de Paul) os professores têm uma nova atribuição, que é ensinar a inteligência artificial. Como há sempre novas dúvidas que precisam ser respondidas, o professor não só ensina a IA, como também precisa aprender.
O primeiro curso a ter contato com o Paul foi Contabilidade, seguido de Inovação e Criatividade. Nesse momento, os alunos de Administração e Demonstrativos Financeiros começam a conhecer a novidade.

Você, professor: que acha das inovações tecnológicas em sala de aula? Responda pra gente nos comentários abaixo!

Fontes:
https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/06/19/plantao-de-duvidas-inteligencia-artificial-vira-aliada-de-estudantes.htm?utm_source=linkedin&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral

Inteligência Artificial na Educação

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A Inteligência Artificial é realidade em diversos setores do mundo e, na educação, também já está com seu lugar cada vez mais garantido. E foi, durante a Bett Educar 2018 que a Conexia, hub de soluções educacionais do Grupo SEB (um dos maiores conglomerados de educação do País), lançou o o BRÖ.

O BRÖ é um assistente inteligente que auxilia o aluno no processo de ensino e aprendizagem, e está pronto para ser implementado no segundo semestre de 2018, inicialmente para os alunos do Ensino Médio de todas as unidades próprias do Grupo SEB. Nas versões web e mobile, a plataforma atua como um agente pessoal do aluno, ajudando a relembrar compromissos educacionais e a estabelecer metas para sua aprendizagem. À medida que o relacionamento entre o aluno e a inteligência artificial do BRÖ for se intensificando, a plataforma passará a oferecer planos de estudo cada vez mais personalizados.

Assim como em outras plataformas de inteligência artificial, o BRÖ pode interpretar questionamentos e dar respostas, como em uma conversa. A tecnologia utiliza um banco de dados previamente abastecido de acordo com o perfil de cada escola, além de ser alimentado com novas informações e conteúdo. Ele ainda tem a capacidade de desenvolver-se por meio do relacionamento estabelecido com os alunos e, por meio da metacognição, ajudar o aluno a aprender a aprender.

Créditos da foto: DINO

Fontes: http://jornaldiadia.com.br/2016/?p=431473