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Professora dá 6 dicas de como inserir a tecnologia em sala de aula

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O incentivo da adoção de ferramentas digitais em sala de aula não se restringe apenas à sala de aula. É necessário que envolva os diferentes atores da escola, incluindo a gestão escolar, que tem também o papel de auxiliar a empregá-las da melhor maneira possível.

A professora Débora Garofalo dá dicas de como inserir a tecnologia em sala de aula. Confira:

1) Compreenda as demandas dos alunos

Para aproveitar os benefícios que as tecnologias oferecem, é importante que o professor pesquise e entenda as principais demandas dos estudantes. Vale investigar com a turma, por exemplo, quais tipos de aparelhos tecnológicos os alunos usam fora a sala de aula, bem como quais programas, qual a familiaridade com os recursos e o que eles gostariam de aprender. A partir deste diagnóstico inicial é possível compreender e dimensionar o planejamento.

2) Adote as tecnologias na aula

Além do diagnóstico realizado, é importante observar em sala de aula, quais são as dificuldades no dia a dia, em que momentos falta de motivação e quais desses podem ser revertidos com a adoção de novas práticas de ensino. A partir desta observação, podem-se estudar recursos disponíveis para escolher aqueles que melhor atendem as demandas e traçar planos de melhoria ao longo prazo.

3) Acompanhe a novidade

Nas primeiras semanas após a utilização das tecnologias em sala, é importante manter o acompanhamento dos estudantes a fim de verificar se os objetivos estão sendo supridos. É natural que ao adotar uma prática nova, nem tudo saia exatamente como o planejado. Por isso, a observação pode te ajudar a identificar pontos que podem ser aprimorados ou necessitem de alguma intervenção.

4) Continue se aprimorando

Tratando de tecnologias, as mudanças ocorrem com uma velocidade muito grande, sendo fundamental neste processo que a formação continuada faça parte da vida docente. Assim, o professor pode estar por dentro de descobertas e tendências educacionais mais atuais.

Ao se familiarizar com as tendências relacionadas ao uso das TIC’s na Educação, os professores entrarão em contato com novas formas de ensinar e de lidar com os conteúdos. É uma oportunidade de rever suas práticas, ganhar flexibilidade, aprendendo a lidar com novas questões, melhorando o seu tempo e gerenciamento da sala de aula. Além de ser um facilitador de interação entre professor e aluno.

5) Faça uso consciente e reflexivo das ferramentas digitais

A utilização destes recursos auxilia também no diálogo e sensibilização para utilizar as TIC´s em seu próprio benefício. Ser crítico em relação ao papel das tecnologias no planejamento reduz o uso não-pedagógico e aumenta a habilidade de lidar com eles de forma correta. Esse movimento também ajuda a desenvolver o senso crítico dos alunos sobre as relações com o mundo digital, podendo ser, por exemplo, um propulsor para abordar temas como cyberbullying e reduzir uso inadequado de celulares.

6) Explore formas e metodologias de ensino

O professor pode fazer uso de metodologias de ensino diversificadas, como a metodologia ativa, que visa trabalhar com foco na resolução de problemas, e do ensino híbrido, que combina a Educação tradicional e o uso de tecnologia.

Importante ressaltar que qualquer metodologia adotada pelos professores deve ser compartilhada com seus pares ou em outros fóruns, para aprender e solucionar possíveis obstáculos e dificuldades.  Para que a tecnologia não se torne um fim em si mesma, é preciso estudar melhores formas de empregá-las, de forma que proporcione benefícios para professores e alunos e motive ambos no processo de ensino e aprendizagem.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCEu_wTApB06msiH5SXQ-JRg

Crédito: Acervo pessoal/Débora Garofalo

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/14387/a-hora-e-a-vez-das-ferramentas-digitais-na-escola

Você inova na sua sala de aula? Queremos saber!

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A Xalingo Brinquedos acredita que a inovação e a tecnologia fazem parte do nosso dia a dia, e claro, também precisam estar inseridos na sala de aula. Foi pensando nisso que a empresa criou esse blog, para que você possa buscar formas inovadoras, diferenciadas e interessantes de ensinar seus alunos ou mesmo os seus filhos em casa.

O ano letivo está começando e queremos saber sobre como você irá inovar com os seus alunos em 2016. Aqui mesmo pelo blog você pode enviar o seu relato da ação feita com os seus alunos, enviando fotos e histórias desse momento com as crianças.

Contando a sua história de inovação e criatividade em sala de aula outros educadores, pais e até professores terão acesso à sua história e ela pode ajudar outras pessoas a buscarem formas mais criativas e prazerosas de ensinar!

Como usar o Skype em sala de aula e deixar o conteúdo ainda mais interessante

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A gente já falou aqui no blog como as redes sociais podem ser aliadas no ensino e que essas ferramentas, que estão no dia a dia dos nossos alunos, podem render bons debates e abrir os horizontes para tornar a aula ainda mais dinâmica e interessante.

O Skype, ferramente onde é possível conversar em tempo real com qualquer pessoa em qualquer lugar do planeta, também pode ser uma forma bem bacana de deixar o conteúdo mais rico e interessante para os alunos, sempre ligados nas novidades tecnológicas.

As conversas pelo Skype podem ser em vídeo e o recurso é muito usado em videoconferências, mas também podem ser usadas nas escolas pelos professores, tornando a aula mais dinâmica para os alunos.

Sabendo disso, separamos a seguir 4 dicas para usar o Skype em sala de aula. Confira abaixo:

1 – Conecte com alunos de outros países

Uma maneira interessante de usar o Skype durante as aulas é conectar com alunos estrangeiros. Como professor, você pode tentar conseguir um contato de uma universidade ou escola fora do país e propor uma conversa em vídeo entre a turma internacional e os seus alunos. No caso de uma aula de idiomas, por exemplo, isso pode contribuir para treinar a conversação e o vocabulário dos estudantes.

2 – Converse com outros professores

Você pode usar as videoconferências para conversar com outro professor ou com um especialista em determinado assunto durante a aula. Assim, você pode engajar mais os estudantes sobre o assunto discutido, fazendo com que eles participem ativamente das atividades. Nessa hora, você pode usar a sua rede de contatos, perguntando se algum colega seu toparia participar dessa conversa.

3 – Faça atividades com outras turmas

O Skype também pode ser ótimo para conectar as turmas, seja da mesma série/ano ou da mesma instituição de ensino, mas de níveis diferentes. Você pode promover atividades conjuntas entre as classes, tornando as discussões sobre o projeto mais práticas, já que os alunos não precisarão se locomover sempre que tiverem que conversar entre si.

4 – Incentive os alunos mais tímidos

As conversas em vídeo podem funcionar para aumentar a participação dos alunos mais tímidos e reservados. Muitos estudantes costumam não se sentir confortáveis ao falar em público e podem ter grande dificuldade em apresentar um trabalho para a sala, por exemplo. Nesse caso, você pode propor que eles apresentem seus projetos via Skype, caso se sentirem mais à vontade. Isso pode até mesmo torná-los mais corajosos para apresentações futuras.

Fonte: Universia

Site traduz notícias para a linguagem infanto-juvenil

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Nem sempre as crianças e jovens conseguem entender as notícias nos jornais convencionais. Muitas vezes os termos usados são de difícil compreensão e elas acabam perdendo o interesse na leitura desse tipo de notícia. Uma boa notícia para poder traduzir as notícias para a linguagem deles é o site Guten News que desenvolveu um jornal digital interativo que traz notícias na linguagem infanto-juvenil. Utilizando jogos, missões e atividades, o aplicativo também ajuda os leitores mirins a ampliarem sua compreensão dos textos.

Assim como em jornais tradicionais, ele organiza diferentes assuntos por cadernos como Brasil, Mundo, Bem-estar, Cultura e Comportamento. Semanalmente são disponibilizadas novas edições, produzidas por uma equipe de jornalismo que tenta aproximar as notícias do universo de crianças e adolescentes. Entre os conteúdos é possível encontrar desde entrevistas com técnicos de futebol, até matérias sobre a falta de água, exposições ou o uso de drones.

Que tal usar nas suas atividades em sala de aula?

Maneiras criativas de usar as redes sociais na sala de aula

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Não há como negar que a Internet está inserida na rotina de crianças e adolescentes ao redor do mundo. E esse envolvimento é ainda maior quando se trata de redes sociais, cujo alcance se expandiu muito nos últimos anos com a popularização dos Smartfones. Mas quando se trata de mídias sociais em sala de aula, o assunto ainda é tabu e muitos professores abominam a ideia. A gente já comentou aqui no blog como você pode contar com a ajuda dessas ferramentas na sua aula e agora trazemos mais algumas dicas de como inovar com a ajuda dessas ferramentas.

Além do Google: Antes mesmo de aparecer nas buscas do Google as notícias circulam primeiro nas redes sociais. Você pode pedir para os seus alunos acompanharem um episódio com o auxílio da hashtag.

Entrevistas: Com a ajuda das redes sociais você pode conseguir palestras e entrevistas com pessoas bem interessantes que vão tornar a sua aula muito mais rica.

Interação e colaboração: Alunos e professores podem criar conteúdo nas redes e convidar outras pessoas com o mesmo interesse a interagir, opinar e colaborar de diversas formas aumentando a qualidade do projeto.

Grupos Online: Quando uma turma está envolvida em um mesmo tema, é possível criar grupos de estudo e discussão e incluir pessoas de relevância, como especialistas, que contribuam com a troca de conteúdos e informações, motivando os alunos.

Apresentações: Criar um banco de apresentações e vídeos online sobre temas variados que ajude a fomentar a troca de informações e referências entre os alunos. Pode-se também pedir aos alunos que disponibilizem suas apresentações a outras turmas.

Debates do virtual para o real: Iniciar debates nas redes sociais com alunos e estimulá-los a pesquisar informações para embasar suas respostas em um debate real na sala de aula, pode ser uma forma de enriquecer as discussões.

Senso crítico: É possível encontrar muita informação nas redes, e isso é uma forma de estimular seus alunos a ter senso crítico, tolerância com opiniões contrárias e discernimento na hora de usar um conteúdo como verdadeiro.

Estudar, revisar, testar e compartilhar: Existem várias plataformas onde é possível usar redes sociais na escola. Uma dessas plataforma é a ExamTime, como ela você pode criar gratuitamente, fichas de memorização, testes, mapas mentais, notas online, grupos de estudo e ainda compartilhar tudo isso em outras plataformas ou com os colegas. Também é possível acessar a biblioteca virtual, que possui milhares de recursos criados por outros alunos e professores.

Você sabe o que é uma sala de aula flexível?

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O que é uma sala de aula flexível e como conseguir fazer essa inovação sem comprometer o ensino das crianças?

Ir à escola significa manter uma rotina de estudos e atividades, responsabilidades que a criança assume desde muito cedo e que ajudarão a moldar o seu caráter. O modelo tradicional de ensino vem ficando cada vez mais defasado e afastando mais alunos da escola. A vida dos jovens hoje é muito agitada e muitos deles não se sentem atraídos em ficar sentados o dia todo copiando materiais de um quadro negro, sem interação e novidades.

O bom é que cada vez menos escolas mundo afora aceitam esse modelo tradicional de ensino. Em julho desse ano, a Universidade de Harvard realizou o “Learning Spaces Week” (“Semana dos Espaços de Aprendizado”), a fim de discutir o impacto dos espaços físicos de aprendizagem. Desde então algumas escolas vêm mudando o jeito de fazer com que o aluno se sinta à vontade para estudar.

Um bom exemplo disso é a Albemarle County Public School, nos Estados Unidos, que incorporou o modelo da “sala de aula flexível”, que oferece espaços pequenos – equipados com móveis, sofás e diversos tipos de cadeiras – dentro de uma classe descontraída, onde os alunos são estimulados a escolher o que querem estudar.

Quer conhecer melhor como funciona uma sala de aula flexível? Dá uma olhada nesse vídeo:

 

Alunos desenvolvem ferramenta para aprenderem a tabuada

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A tabuada ainda é uma vilã nas aulas de matemática. Mas os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental Bilíngue da IENH, de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, estão tirando esse aprendizado de letra.

A turma participou de um Quis Matemático para auxiliar no estudo das tabuadas do 2 ao 9, de forma colaborativa e interativa. O “Multiplication Quiz” foi o nome dado à ferramenta criada pelos estudantes, que auxilia na aprendizagem da tabuada. Os alunos trabalharam em duplas e criaram, em Inglês, 10 questões com 3 alternativas de respostas sobre as tabuadas do 2 ao 9.

Na Educação Tecnológica, utilizaram o Power Point para organizar o quiz, utilizando as configurações de botões de ação, animações, design, som e filmagem.

De acordo com as Professoras Jaqueline Grassmann e Lisiane Schultz, “a atividade foi importante, pois foi uma forma de auxiliar na aprendizagem do processo da multiplicação, iniciado com a tabuada. Por ser uma ferramenta em Língua Inglesa, os alunos também puderam rever a pronúncia dos números envolvidos”.

Cinco motivos para usar a tecnologia na sua sala de aula

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É inegável que a tecnologia é uma aliada no ensino de crianças e adolescentes. Mas mesmo com todos os avanços dos últimos anos, o uso da tecnologia na sala de aula ainda é polêmico. Muitos professores são resistentes e escolas também, inclusive proibindo o uso de qualquer aparelho celular ou tablet. Já muitas das que são adeptas ainda não encontraram um equilíbrio, uma fórmula de sucesso que integre alunos, professores, pais e escola em prol do desenvolvimento do aluno como cidadão. Mas então, por que e como usar a tecnologia a favor da educação?

Veja alguns benefícios de você aplicar a tecnologia no ensino dos seus alunos. Vamos tentar inovar na sala de aula:

Novas comunidades e formas de aprendizado: Redes sociais e outros aplicativos de troca de mensagens fizeram com que os alunos criassem uma nova forma de aprendizado e você, professor, precisa estar atento a essa mudança. Explore essas ferramentas e converse com os seus alunos para saber onde eles buscam informações. Através dessa troca será possível fazer uma aula mais dinâmica, divertida e com a cara dos seus alunos.

Jovens e crianças adoram tecnologia – Sabemos que tecnologia em excesso não faz bem à saúde. Mas o que em excesso faz bem, não é mesmo? A tecnologia possui um papel fundamental para a sociedade e crianças e jovens adoram isso. Sendo usada com equilíbrio, a tecnologia pode ser uma ótima ferramenta para complementar a educação, inclusive nas séries iniciais.

Suporte no aprendizado – A forma de ensinar e de aprender mudou, isso é notório. Hoje, o professor não é apenas o único detentor do conhecimento mas sim um mediador. Os alunos, por sua vez, não são apenas receptores de informação e conhecimento. Hoje eles atuam como auxiliares trazendo suas vivências e experiências.

Integração e conhecimento compartilhado – As pessoas são diferentes, cada aluno ou grupo precisa de uma metodologia específica. Identificar formas de usar a tecnologia no intuito de aproximá-los fortalece e dá mais credibilidade ao professor, que também pode compartilhar informações e experiências com outros professores.

Ambiente inclusivo – A tecnologia não discrimina nenhum aluno ou professor. Seu uso na área educacional fortalece o papel fundamental do professor em sala de aula, sendo inclusiva. De todas as inovações e benefícios que a tecnologia contribui para a educação, a maior é a possibilidade de inserir classes e pessoas que são consideradas excluídas, educacional ou socialmente.

Entenda por que usar o Twitter na sala de aula pode ajudar no ensino dos seus alunos

A girl sitting on a twitter icon

Embora as novas tecnologias e a internet já façam parte da sala de aula do século XXI, alguns professores ainda se sentem inseguros em inseri-las nas suas turmas para tentar propor atividades inovadoras, que saiam dos exercícios presentes nos livros didáticos. No entanto, tanto os aparelhos quanto a rede podem ser ferramentas com potencial educativo, uma vez que você pode usá-las para desenvolver um processo de aprendizado mais ativo, em que os próprios estudantes são responsáveis pela construção dos conceitos da sua disciplina.

O Twitter, por exemplo, pode ser uma ótima ferramenta para ser usada em sala de aula. A rede social, que existe desde 2007, é ultra rápida e por lá é possível se informar sobre praticamente tudo, em tempo real, inclusive com fotos e vídeos. Mas como o Twitter pode ajudar a ensinar os seus alunos? Vamos a algumas dicas:

– Diferentemente do que muitas pessoas costumam pensar, esta não é uma rede social em que você somente posta pequenos relatos sobre o seu dia. Na verdade, este tem sido um modo interessante de se informar sobre os últimos acontecimentos do Brasil e do Mundo.
– Basta lembrar que a notícia do ataque que causou a morte de Osama Bin Laden foi narrada, pela primeira vez, no Twitter ou ainda que ele serviu durante a Primavera Árabe como uma das grandes plataformas de organização social.

– Faça com que seus alunos questionem as informações que leem, afinal, nem tudo que está no Twitter é de fonte confiável. Essa rede social é apenas um meio de ter acesso a novos conteúdos que estão disponíveis para os usuários da internet, mas que exigem uma leitura mais aprofundada como os jornais e o próprio livro didático.

– Se você tiver uma página para o curso no Twitter, por exemplo, você pode compilar seus tweets usando hashtags para identificar a matéria, de modo a facilitar a navegação dos alunos. A partir dos seus compartilhamentos, os estudantes poderão desenvolver tanto um processo de aprendizado passivo, isto é, a leitura e assimilação dos conteúdos, quanto interagir com o que você postou, acrescentando informações ou tirando dúvidas.

– Abuse das hashtags. Usando uma, que esteja relacionada com o conteúdo aprendido em sala de aula, o estudante pode debater o assunto não somente com seus colegas, mas também com outros jovens que também estão aprendendo aqueles conceitos e temas. Assim, cria-se a possibilidade do aprendizado colaborativo, extrapolando as limitações físicas da sala de aula.

Em resumo, o Twitter pode ser adequado ao ambiente escolar, basta seus usuários utilizarem para o fim que acharem mais conveniente, como qualquer rede social ou dispositivo eletrônico. Por isso, não tenha medo de propor uma atividade diferente. Veja se sua escola tem uma conexão boa com a internet e se todos os alunos têm acesso a aparelhos celulares ou computadores e faça uma experiência. Pode ser interessante para você e seus alunos saírem do formato mais tradicional de ensino.

Fonte: Universia