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Olhe só o que esses alunos fizeram para observar a passagem de um cometa

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Alunos do ensino médio de uma escola particular de Araraquara desenvolveram um projeto que irá registrar a passagem de um cometa pelo planeta Terra.

O projeto é dos estudantes Matheus Artur de Faria e Gabriela Stuche Monteiro, que são amigos de longa data e gostam de desvendar os mistérios dos números. A parceria entre os dois começou quando Gabriela foi ajudar Matheus com as dificuldades dele nas aulas de história.

“Depois disso eu e ele não queríamos deixar o projeto morrer. Daí, quando vimos os eventos astronômicos do ano que a NASA e o pessoal da União Europeia mostram, a gente falou: ‘nossa vai passar um cometa, podemos tentar filmar, porque chegar ao cometa a gente não vai conseguir’”, contou Gabriela.

O projeto

Com a orientação do professor de física, eles desenvolveram um balão que será enviado para a estratosfera terrestre e vai gravar a passagem do cometa 46P Wirtanen, que se aproxima da Terra e poderá ser visto a olho nu.

“A gente vai soltar o balão aqui em Araraquara, ele vai subir até a estratosfera, por volta de 29 km, lá vai ter temperatura de até -40°C e desde o começo a plaquinha já vai registrar todos os dados”, explicou Matheus.

Os cálculos de precisão ajudaram para que o projeto saísse do papel. A parte eletrônica vai dentro de uma caixa de isopor que é para evitar que o equipamento congele na estratosfera. Junto, tem uma bateria e o medidor de temperatura. A câmera vai do lado de fora registrando as imagens. Um GPS deve mostrar o lugar exato que o balão vai cair para que Matheus e Gabriela possam encontrá-lo depois.

“Como o cometa vai ficar visível por muitos dias esperamos conseguir uma imagem boa e fazer um bom mapa das estrelas”, afirmou Gabriela.

Para que os dados pudessem ficar mais próximos da realidade e evitar erros, os alunos também desenvolveram um calculador que dá informações específicas de Araraquara.

”A gente usou a linguagem de programação Python para gerar gráficos, fazer os cálculos e a gente só foi adicionando as formulas, fazendo o computador entender isso, e com vários testes batemos a maioria dos resultados”, disse Matheus.

Foto: Reprodução/EPTV

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Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2018/12/15/alunos-de-araraquara-fazem-balao-para-gravar-passagem-de-cometa.ghtml

Professora dá 6 dicas de como inserir a tecnologia em sala de aula

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O incentivo da adoção de ferramentas digitais em sala de aula não se restringe apenas à sala de aula. É necessário que envolva os diferentes atores da escola, incluindo a gestão escolar, que tem também o papel de auxiliar a empregá-las da melhor maneira possível.

A professora Débora Garofalo dá dicas de como inserir a tecnologia em sala de aula. Confira:

1) Compreenda as demandas dos alunos

Para aproveitar os benefícios que as tecnologias oferecem, é importante que o professor pesquise e entenda as principais demandas dos estudantes. Vale investigar com a turma, por exemplo, quais tipos de aparelhos tecnológicos os alunos usam fora a sala de aula, bem como quais programas, qual a familiaridade com os recursos e o que eles gostariam de aprender. A partir deste diagnóstico inicial é possível compreender e dimensionar o planejamento.

2) Adote as tecnologias na aula

Além do diagnóstico realizado, é importante observar em sala de aula, quais são as dificuldades no dia a dia, em que momentos falta de motivação e quais desses podem ser revertidos com a adoção de novas práticas de ensino. A partir desta observação, podem-se estudar recursos disponíveis para escolher aqueles que melhor atendem as demandas e traçar planos de melhoria ao longo prazo.

3) Acompanhe a novidade

Nas primeiras semanas após a utilização das tecnologias em sala, é importante manter o acompanhamento dos estudantes a fim de verificar se os objetivos estão sendo supridos. É natural que ao adotar uma prática nova, nem tudo saia exatamente como o planejado. Por isso, a observação pode te ajudar a identificar pontos que podem ser aprimorados ou necessitem de alguma intervenção.

4) Continue se aprimorando

Tratando de tecnologias, as mudanças ocorrem com uma velocidade muito grande, sendo fundamental neste processo que a formação continuada faça parte da vida docente. Assim, o professor pode estar por dentro de descobertas e tendências educacionais mais atuais.

Ao se familiarizar com as tendências relacionadas ao uso das TIC’s na Educação, os professores entrarão em contato com novas formas de ensinar e de lidar com os conteúdos. É uma oportunidade de rever suas práticas, ganhar flexibilidade, aprendendo a lidar com novas questões, melhorando o seu tempo e gerenciamento da sala de aula. Além de ser um facilitador de interação entre professor e aluno.

5) Faça uso consciente e reflexivo das ferramentas digitais

A utilização destes recursos auxilia também no diálogo e sensibilização para utilizar as TIC´s em seu próprio benefício. Ser crítico em relação ao papel das tecnologias no planejamento reduz o uso não-pedagógico e aumenta a habilidade de lidar com eles de forma correta. Esse movimento também ajuda a desenvolver o senso crítico dos alunos sobre as relações com o mundo digital, podendo ser, por exemplo, um propulsor para abordar temas como cyberbullying e reduzir uso inadequado de celulares.

6) Explore formas e metodologias de ensino

O professor pode fazer uso de metodologias de ensino diversificadas, como a metodologia ativa, que visa trabalhar com foco na resolução de problemas, e do ensino híbrido, que combina a Educação tradicional e o uso de tecnologia.

Importante ressaltar que qualquer metodologia adotada pelos professores deve ser compartilhada com seus pares ou em outros fóruns, para aprender e solucionar possíveis obstáculos e dificuldades.  Para que a tecnologia não se torne um fim em si mesma, é preciso estudar melhores formas de empregá-las, de forma que proporcione benefícios para professores e alunos e motive ambos no processo de ensino e aprendizagem.

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Crédito: Acervo pessoal/Débora Garofalo

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/14387/a-hora-e-a-vez-das-ferramentas-digitais-na-escola

Saiba quais são os novos modelos de educação que estão surgindo

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Em novembro de 2018, o Rio de Janeiro recebeu o evento Educação 360 STEAM, onde foram apresentados novos modelos de educação, propondo que o professor saia do papel central.

O evento reuniu especialistas na filosofia conhecida pela sigla em inglês (de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática). Segundo o diretor de operações do Sesi, Paulo Mól, o principal gargalo para a implementação da educação STEAM no país não são as lacunas de infraestrutura, mas a necessidade de ressignificação da cultura escolar e de engajamento dos professores.

Conforme salientou Mól, 70 milhões dos adultos brasileiros não têm o ensino médio completo e que 6,9 milhões dos jovens entre 18 e 24 anos não estudam nem trabalham, cenário preocupante para o desenvolvimento nacional. “Nenhum país almejará crescer se não investir muito fortemente em educação e no capital humano. Cerca de 50% das atividades de trabalho poderão ser automatizadas até 2065, temos de preparar nossos alunos para essa realidade que virá”, disse.

E é para esse cenário que a educação STEAM busca oferecer soluções, subvertendo o método tradicional e passivo de ensino. Mól afirmou que não se trata somente de aumentar a carga horária das disciplinas exatas e de tecnologia, mas de mudar o comportamento de professores e alunos.

– “É um método onde os alunos têm um protagonismo enorme no processo de aprendizado. O STEAM tem foco em criatividade, imaginação e inovação. É uma aprendizagem mão na massa: apresentar um problema para que os alunos busquem soluções e fazer com que eles tenham o tempo todo capacidade crítica. O professor foi ensinado a chegar na sala e se portar como a pessoa que sabe mais, que tem o controle da aula do início ao fim. Na filosofia STEAM, ele propõe o início do processo, mas não sabe como vai acabar. Isso gera insegurança. Como os professores ficam na posição mais sensível, às vezes acabam criando resistência”, salienta Mól.

Também palestrante na abertura do evento, Gustavo Pugliese, pesquisador da USP especializado em educação STEAM, fez um panorama da filosofia no Brasil e no mundo. “É algo muito recente, mas há pouco tempo as pessoas não sabiam do que se tratava e hoje temos um evento dessa magnitude”.

Pugliese traçou as origens do movimento na década de 1990, nos EUA, e afirmou que ele ganhou popularidade neste século, como resposta a uma escassez de profissionais para áreas tecnológicas do futuro.

– Ficou impossível ignorar que o mundo ao redor da escola havia mudado. O STEAM é um currículo contemporâneo, que traz coisas que os alunos jamais iriam aprender na escola.

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Fonte: http://porvir.org/professora-se-inspira-em-jogos-de-videogame-para-criar-prova-de-atletismo/

Tecnologia apresentada por alunos auxilia hospitais

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A 6ª Mostra de Tecnologia Educativa e o 2º Simpósio do Projeto Conecta Escola, realizados em Campo Grande/MS, receberam alunos da Rede Estadual de Ensino da cidade, que puderam aprender andando lado a lado com a tecnologia.

O principal objetivo da mostra é recuperar o aluno com dificuldade de aprendizado, por meio de atividades diferenciadas que, no final de cada ano, são reunidas em um só local e apresentadas a todos os alunos da Rede Estadual de Campo Grande. O tema de cada apresentação é escolhido por cada uma das 82 escolas participantes e cada turno (manhã, tarde ou noite) deve indicar um projeto para integrar a feira.

Este ano, 14 salas de aula foram tomadas pelas apresentações do projeto Conecta que já integra 100% das instituições de ensino estaduais da Capital, o que, de acordo com a coordenadora de programas educacionais, Tânia Rute, traz um ótimo resultado no desenvolvimento escolar, “a tecnologia é aplicada para que o aluno seja protagonista do aprendizado dele” conta a professora.

No final do dia de apresentações seis escolas são escolhidas como destaques pelo desenvolvimento dos projetos escolhidos. Entre elas, a Escola estadual Profª Elia França Cardoso. Os professores Alan Carvalho e Adriana Muller criaram, juntamente ao seus alunos do 7° ano, uma plataforma digital que facilita o acesso a informações do posto de saúde do Bairro São Conrado. As crianças, do Ensino Fundamental, pensaram, pesquisaram e desenvolveram o aplicativo que disponibiliza informações sobre atendimentos, cancelamento de consultas, campanhas de vacinação, horário de funcionamento entre outros dados que podem ser acessados de maneira off-line pelo usuário do serviço.

Para desenvolver este sistema, os professores e alunos trabalharam voluntariamente em horário de almoço durante todas as segundas e sextas-feiras na própria instituição. Além de sempre estar em contato com os funcionários do posto pesquisando melhorias, aprovações e outras necessidades. Este sistema é simples, de fácil uso e evita filas, ele já está disponível para uso na plataforma “Fábrica de Aplicativo”. Tecnologia também foi utilizada para avaliação dos trabalhos, nenhum papel foi gasto e todas as notas e votos foram lançados em um sistema digital criado por um dos professores participantes.  A mostra é um trabalho desenvolvido pelo Governo do Estado, SED (Secretaria Estadual de Educação) e CRED6.

Fonte: http://www.diariodigital.com.br/geral/projeto-conecta-escola-troca-conhecimento-entre-escolas-estaduais-da/176962/

As tendências de inovação para a educação

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Algumas destas tendências já tornaram-se realidade, outras têm tudo para acontecerem. Confira 3 tendências que prometem inovar a educação:

1) Mobile Learning

O mobile learning é uma modalidade relativamente nova de ensino que possibilita a estudantes e professores o aprendizado através da criação de novos ambientes à distância. Dispositivos móveis com acesso à internet, como laptops, smartphones e tablets são as ferramentas para aprendizado, propiciando utilizar metodologias como videoaulas (gravadas em estúdio, com curta duração), aplicativos (com questionários interativos e conteúdos multimídia), livros digitais (em PDF ou não), cursos e-learning (treinamentos específicos), redes sociais acadêmicas (interação entre usuários), entre outros.

2) Storytelling no EAD

A técnica de storytelling possibilita trabalhar determinado tema utilizando recursos como cenas do cotidiano, imagens, vídeos, trilha sonora, infográficos e textos atraentes. A arte de contar histórias nas práticas de educação à distância tem tido efeito positivo entre os alunos. As histórias devem ser planejadas, sistematizadas e em total sintonia com o tema em questão. Além da voz que narra, que deve levar em conta uma entonação própria, itens como a criação de personagens conectados aos alunos e uma narrativa com começo, meio e fim, fazem do storytelling uma referência em termos de inovação no ensino.

3) Ensino Híbrido

O ensino híbrido tem a premissa em transformar o professor em aluno e o aluno em professor. Sua ideia central é fornecer aos alunos um material digital antecipado sobre a aula para que ele estude. Para a sala de aula fica a missão de ser um espaço para tirar dúvidas e o professor intervir apenas no sentido de propor projetos interdisciplinares. Além de gerar maior interação dos estudantes, é uma forma de fazê-los aprender a matéria de forma leve e divertida.

E você, professor: o que acha dessas inovações? Tem outras dicas de inovações na educação? Então comente abaixo!

Fonte:
http://www.gennera.com.br/blog/inovacao-na-educacao-tendencias-que-voce-deve-conferir/

Inteligência Artificial levando benefícios para dentro da sala de aula

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A Realidade Virtual (VR) e a Inteligência Artificial (AI) têm ganho cada vez mais notoriedade. Tanto que, segundo relatório do grupo editorial britânico Pearson, “o futuro oferece o potencial de ferramentas e apoio ainda maiores. Imagine companheiros de aprendizagem ao longo da vida alimentados por AI que possam acompanhar e apoiar estudantes individuais ao longo de seus estudos – dentro e além da escola – ou novas formas de avaliação que medem a aprendizagem enquanto ela está ocorrendo, moldando a experiência de aprendizagem em tempo real”.

Um dos empecilhos ainda é o alto custo das tecnologias, mas não é distante o momento que VR e AI serão acessíveis como smartphones e notebooks. As máquinas estão desempenhando um importante papel no conhecimento personalizado e relevante para os alunos. Um exemplo é a Content Technologies Inc., empresa de pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial dos EUA, que aproveita o aprendizado profundo para entregar livros personalizados.

Já ferramentas de realidade virtual, como o HoloLens, da Microsoft, o Oculus Rift, do Facebook, ou o Google Expedition, traduzem aulas tradicionais em verdadeiras experiências virtuais, com significado do mundo real. Podemos imaginar estudantes explorando o naufrágio do Titanic, assistindo a dinossauros em sua volta, conhecendo toda a Amazônia, ou indo à lua. O “aprender” deixa de ser somente “absorvido” para ser, de fato, “sentido”.

Créditos da foto: http://insights.dice.com/2016/09/27/vr-ar-jobs-2016/

Fonte: http://porvir.org/inteligencia-artificial-na-educacao-nao-ignore-faca-bom-uso/