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Memes também ensinam

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Sendo mensagens rápidas e com humor, os memes invadiram outro espaço além das redes sociais: a sala de aula.

Em junho de 2017, a foto de uma prova de português da Escola Móbile, em São Paulo/SP, foi sucesso nas redes sociais, onde trazia um meme sobre crase. Antes, um professor de Belo Horizonte/MG, também já tinha notoriedade após utilizar fotos da cantora Gretchen nas notas das avaliações de seus alunos.

Conhecidos por apresentarem imagens legendadas, vídeos ou expressões que se espalham pela internet rapidamente, os memes chegaram a ser apontados por pesquisadores como um novo gênero textual da era digital. Criado pelo zoólogo britânico Richard Dawkins, o conceito de meme foi apresentado pela primeira vez em 1976, no livro “The Selfish Gene” [O Gene Egoísta]. Antes mesmo da popularização da internet, o pesquisador usou o termo para se referir a uma nova unidade de replicação, que de forma semelhante ao papel exercido pelos genes na evolução biológica, seria responsável pela transmissão de conteúdos de uma determinada cultura.

Embora os memes sejam conhecidos pelo seu caráter de humor, o professor da Universidade Federal Fluminense, Viktor Chagas, também diz que, nos últimos anos, um conjunto de conteúdos e demandas sociais começaram a circular pelas redes sociais. “Conseguimos identificar que, em virtude do nosso contexto, tivemos uma produção de memes políticos que necessariamente não estão associados ao humor”, cita. Como exemplos, ele também aponta produções que discutem o feminismo e a questão racial por meio dessa linguagem.

Fonte: http://www.cieb.net.br/sucesso-nas-redes-sociais-memes-tambem-podem-ensinar/

Brincadeiras para a pré-escola

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Veja algumas dicas de brincadeiras que podem ser feitas com crianças pequenas e que não exigem a utilização e desenvolvimento de muitos materiais:

1 – Cauda do Dragão

Nesta brincadeira, os participantes devem ficar em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um do outro, formando um dragão. A primeira criança da fila, que representa a cabeça do dragão, terá como objetivo pegar a última da fila, que é quem representa a cauda. Quando o educador der sinal, o “dragão” passa a se movimentar, correndo moderadamente, sob o comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido de evitar que isso aconteça.

2 – O feiticeiro e as estátuas

As crianças ficam em pé, em uma área delimitada para a brincadeira. Uma delas será voluntária como o “feiticeiro”, que deve perseguir os demais. Ao sinal do educador, inicia-se a perseguição, e a criança que for tocada ficará “enfeitiçado”, imóvel com as pernas afastadas, representando uma “estátua”. Os outros companheiros poderão passar por baixo das pernas das “estátuas”, salvando-as do “feitiço”. Depois de algum tempo, o “feiticeiro” deverá ser substituído.

3 – O carteiro

As crianças devem ficar sentadas em círculo. O educador inicia a brincadeira falando: “O carteiro mandou uma carta… (suspense) Só para quem está usando camiseta branca!”. Todos que estiverem de camiseta branca trocam de lugar, mas não podem ir para o lugar ao lado. Aquele que não conseguir trocar rapidamente de lugar, fica fora da brincadeira. A brincadeira prossegue com comandos variados: só para quem estiver de cabelo solto, de cabelo preso, de anel, de relógio, de rosa, de azul… A brincadeira prossegue com a mudança do carteiro.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/4153/10-brincadeiras-para-experimentar-com-as-turmas-da-creche-e-da-pre-escola

A tecnologia adentra a sala de aula

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No Colégio Satc, em Criciúma/SC, os estudantes aprendem a lidar com novos desafios desde pequenos. A partir dos dois anos de idade até a fase adolescente, os alunos aprendem robótica de forma descontraída, adquirindo conhecimento das inovações do futuro.

Além disso, o colégio também conta com a Escola de Talentos, que estimula e agrega conhecimentos, como os tecnológicos. Em sala de aula, os estudantes aprendem robótica usando jogos voltados à educação tecnológica, como a cultura “maker” e do “faça você mesmo”.

Já em escolas da rede municipal de Forquilhinha/SC, há projetores multimídias em suas dependências. Conectados a um notebook, os projetores ajudam a reinventar as aulas e também expandir oportunidades a serem trabalhadas. Os resultados com tudo isso, podem estar em desenvolvimento de jogos relacionados a determinadas disciplinas, estreitando ainda mais os laços entre tecnologia e ensino.

E a inovação não tem trazido bons frutos somente às crianças e adolescentes: idosos têm tido programas de tecnologia voltados exclusivamente para eles, como o projeto de extensão “Informática para a Melhor Idade”, do curso de Ciência da Computação da UNESC.

Fonte: https://dnsul.com/2017/educacao/inclusao-tecnologica-uma-nova-linguagem-para-educacao/

Enlatados que ensinam

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Os alimentos enlatados começaram a ser produzidos em tempos de guerra, a fim de conservá-los naqueles momentos difíceis, onde poderia acontecer escassez de mantimentos. Os anos foram passando, as guerras acabando, porém, a utilização destes produtos continua em alta, devido a todas as mudanças que aconteceram nas estruturas familiares e de trabalho.

Porém, é sabido que os enlatados são nocivos à saúde, quando utilizados em excesso. Para conscientizar seus alunos sobre o assunto, a professora Izabel Silva Bragança Pinheiro, de Manaus/AM, teve a ideia de utilizar rótulos e embalagens de alimentos para também ensinar português, ciências e matemática.

Os alunos logo aderiram à ideia, juntando rótulos e embalagens para produzir jogos, competições, atividades de leitura, pesquisas e também paródias. O projeto intitulado “Aprendendo com Rótulos” trouxe reflexão sobre o consumo destes produtos e também aproximou os familiares à escola, que puderam ter maior consciência sobre enlatados. Além disso, foi desenvolvido um jogo que idealiza uma espécie de trilha para aprender sobre as histórias destes alimentos. Para avançar no game, os estudantes têm de ler instruções e soletrar palavras.

Fonte: http://porvir.org/embalagens-rotulos-aproximam-aula-cotidiano-dos-alunos/

Evitando acidentes devido ao sonambulismo

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Um monitor cardíaco para pessoas com sonambulismo? Uma aluna de 17 anos mostrou que o dispositivo pode ajudar a evitar acidentes ligados a esse estado.

Nathália Souza de Oliveira idealizou e desenvolveu o mecanismo ao descobrir que a frequência cardíaca de um sonâmbulo, durante o período, é muito próxima a de uma pessoa que está acordada e fazendo atividades. Quando a pessoa está dormindo, por exemplo, a sua frequência cardíaca é entre 40 e 70 batimentos por minuto. Ao acordarmos, ele passa para 70 a 110.

Assim, ela identificou a possibilidade de criar o monitor, usando um pequeno sensor de batimentos cardíacos ligado a uma placa de Arduíno para programar comandos e a uma placa de bluetooth, que faz o envio de sinais para aplicativo no computador ou celular. O sonâmbulo utiliza um sensor, como uma pulseira. Ele então capta os batimentos da pessoa, que são enviados para o computador ou celular, como se fosse um eletrocardiograma. No momento que a pessoa em estado de distúrbio levanta, é enviado um alerta para o familiar, avisando que ele levantou.

Foto: Arquivo pessoal

Fontes:
http://g1.globo.com/educacao/noticia/aluna-de-escola-publica-inventa-monitor-cardiaco-para-sonambulos.ghtml

A tecnologia como aliada dos alunos com deficiência

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A tecnologia já se mostrou excelente aliada na educação, e tem mostrado ainda mais benefícios quando o enfoque é educar crianças com algum tipo de deficiência.

Em São José dos Campos/SP, mais especificamente no Colégio Planck, professores juntaram-se para criar um grupo de experimentação do ensino híbrido, que utiliza a tecnologia para mesclar o aprendizado on e off-line. Para abordar os regimes totalitários, ele utilizou a metodologia da sala de aula invertida, gravando uma videoaula para que os alunos tivessem acesso ao conteúdo em casa e, em sala de aula, houvesse debate acerca do assunto. Aconteceu a percepção de que a modalidade de ensino híbrido tinha maior engajamento entre os alunos com deficiência.

Já em aula sobre democracia na Grécia Antiga, foi utilizada a rotação por estações, com aulas simultâneas (como pesquisa na internet, assistir vídeo de canal educativo ou utilizar material digital do colégio). Os alunos escolhiam por onde iriam iniciar a aula e trocavam de estação conforme seu ritmo. Segundo professores, a metodologia ajuda a ampliar o envolvimento de toda a turma, principalmente de alunos com autismo e déficit de atenção. Diferentemente de uma aula expositiva, o ensino híbrido facilita a inclusão.

Fontes:
http://porvir.org/uso-da-tecnologia-facilita-engajamento-de-alunos-deficiencia/

Live-streaming em sala de aula: invasão de privacidade?

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Até onde será que o conhecimento sobre as atividades realizadas pelos filhos, em sala de aula, realmente pode ir? Será saudável, um monitoramento constante dos atos ocorridos dentro da escola?

Na China, a velocidade da internet tem aumentado constantemente e, um dos efeitos dessa mudança, é o live-streaming, onde é possível observar instantaneamente, as ações realizadas diariamente por outros cidadãos chineses. O serviço, porém, agora também está presente dentro das escolas.

Instituições de ensino pública e privadas estão instalando webcams em salas de aulas e possibilitando a transmissão ao vivo em sites abertos ao público, acreditando que esta supervisão 24 horas motivará os alunos. Pais utilizam as transmissões como monitoramento do progresso acadêmico de filhos, porém muitos estudantes estão em desacordo com o serviço, sentindo-se até mesmo como se fossem “animais em um zoológico”.

Especialistas, como Xiong Bingqi, que é vice-presidente do 21st Century Education Research Center, acreditam que essa prática viola os direitos dos estudantes chineses, que já convivem com a ampla censura do país na internet, por exemplo.

E você, o que acha do tema?

Fontes:
https://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2017/04/27/na-china-pais-acompanham-em-tempo-real-alunos-em-sala-de-aula.htm

As vantagens dos jogos na educação

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Na sala de aula da Escola Eliezer Max, os livros dividem espaço com jogos de computador. Por lá, o ensino é de programação já faz parte do currículo escolar.

Os alunos aprendem a programar através da criação de jogos e jogando os criados por outros, tornando o processo de aprendizado muito mais produtivo do que somente a absorção de conteúdo dado pelo professor. Assim, também se tornam protagonistas da tecnologia.

O ato de jogar traz diversas vantagens, como interpretação e resolução de objetivos de determinado jogo, por exemplo; há também os jogos que ocorrem em velocidade rápida, que exigem atividades multitarefas, como correr e atirar ao mesmo tempo. Inclusive, pesquisadores estrangeiros, como a cientista cognitiva Daphne Bavelier e o educador James Paul Gee, falam sobre outras características que os games elevam a quem os utiliza, como pensamento rápido, perseverança, mapeamento e teste de hipóteses.

Fontes:
https://oglobo.globo.com/sociedade/jogos-eletronicos-sao-integrados-ao-curriculo-escolar-21256605

Projeto busca revolucionar a Rocinha

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Inaugurada em 2013, a Gente (Ginásio Experimental de Novas Tecnologias) é uma escola municipal localizada na Rocinha, no Rio de Janeiro/RJ, e que tem processos de educação inovadores.

Por lá, as turmas são misturadas, os períodos são mais extensos e os alunos são os protagonistas de seus aprendizados. Os times (como são chamadas as turmas) têm estudantes de diferentes idades (entre o 7º e o 9º anos), e uns ajudam os outros, aliado ao uso constante de tecnologia em sala de aula, como computadores e tablets. Seu espaço físico é adaptado com dois salões de estudos, ao invés de salas de aula, como acontece em colégios tradicionais.

Segundo a diretora da Gente, Marcela Oliveira, a tecnologia é uma ferramenta importante, mais o primordial são as pessoas. Porém ela compreende que a utilização de tablets, por exemplo, auxilia na educação. Tanto é que uma empresa desenvolvedora de conteúdo criou uma ferramenta especial para eles, proporcionando que os alunos estudassem mesmo em período longe da escola.

Marcela diz que é comum, na Rocinha, os alunos terem de voltar para o Nordeste, de onde os pais são naturais. Ela cita o exemplo de uma aluno que ficou 20 dias no Ceará e, através da utilização da tecnologia, pôde ter aulas mesmo assim.

Foto: Fábio Guimarães / Agência O Globo

Fontes:
http://extra.globo.com/noticias/educacao/escola-modelo-na-rocinha-se-reinventa-apos-trocas-de-comando-queda-em-avaliacoes-21277720.html

Maior participação dos homens na educação dos filhos

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Em um estudo realizado com 18.180 adultos de 22 países, como Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, Turquia e México, a maioria dos entrevistados acredita que os homens estão mais envolvidos na criação dos filhos.

Em torno de 70% das pessoas creem que os homens têm “uma responsabilidade maior pela casa e pelo cuidado dos filhos”, e segundo apontou a pesquisa, os pesquisados de países como a Índia, Argentina e Indonésia veem o sexo masculino com mais tarefas na educação das crianças. Os russos foram os menos propensos a concordar.

A pesquisa realizada online também apontou que 37% dos entrevistados acreditam que a mulher tem como papel “ser boa mãe/esposa”, enquanto países como Indonésia, Rússia e Índia trouxeram elevado número de pessoas que acreditam que o lugar da mulher é em casa.

O equilíbrio entre trabalho e família é o maior desafio para a participação das mulheres no mercado de trabalho, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Em todo o mundo, 70% das mulheres, e dois terços dos homens, gostariam que o sexo feminino tivessem empregos melhor remunerados, já que, segundos dados da IT, a mulher recebe em média 77% do que o homem ganha.

Fontes:
http://g1.globo.com/educacao/noticia/homens-participam-cada-vez-mais-da-criacao-dos-filhos-diz-estudo-global.ghtml