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Esta professora utiliza mapas mentais em substituição às avaliações

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Buscando diminuir o receio das avaliações finais por parte dos seus alunos, Célia Aparecida prioriza atividades em aula e utiliza a construção de um mapa conceitual como fechamento da disciplina.

Temos trazido diversos exemplos de como os mapas mentais podem ajudar as suas aulas, aplicativos para criação deles e hoje falamos sobre a professora Célia Aparecida, que começou a metodologia a partir de 2015.

Percebendo a tensão que muitos alunos tinham com as provas finais, ela fez capacitação em metodologias ativas de aprendizagem, que lhe trouxe novas ideias. Paralelo a isso, surgiu a ideia de usar os mapas mentais como uma forma de avaliação. Ela tinha conhecido os mapas com um colega professor, que já tinha um material. Achou a proposta muito interessante e, pesquisando na internet, descobriu algumas ferramentas que ajudam a fazer um mapa de ideias.

Ela também começou propondo uma atividade individual para seus alunos aprenderem a teoria do mapa mental. Levou um mapa pronto pra eles verem e, a partir daí, elaborarem um mapa próprio sobre gestão do tempo. A intenção era mostrar para eles mesmos o que precisam fazer para ter maior concentração, para deixar o celular de lado, entre outras atitudes.

No fim do semestre, Célia propôs que os alunos se juntassem em grupos de quatro ou cinco pessoas, para realizar um mapa sobre Gestão de Equipes. Eles receberam a proposta como uma das atividades da disciplina, e não como uma prova. Mas a ideia da professora era avaliar o que aprenderam.

Funciona assim: no centro do mapa vai o nome da disciplina, e aí os alunos vão puxando tópicos principais das aulas, como liderança, trabalho em equipe, feedback, entre outros. A partir desses, eles vão colocando outros itens que se relacionam com os conteúdos. Célia estimulou que eles usassem a criatividade, figuras, desenhos e outros elementos que achassem interessantes, tudo isso pra ficar uma produção mais atrativa.

Célia afirma que a ideia deu muito certo: “comecei a desenvolver essa atividade porque acredito que a prova cria uma tensão desnecessária. Quando o aluno tem que fazer uma avaliação escrita, ele vai pegar todo o material, estudar, estudar e estudar, só pra fazer a prova. Para mim, isso não diz se ele realmente captou o conteúdo. Eu acho muito mais produtivo quando ele participa ativamente durante o semestre todo.”

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Fontes:
http://porvir.org/professora-usa-mapas-mentais-para-substituir-avaliacao

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