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Conheça o aplicativo que troca moedas virtuais por bônus culturais

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Lembra do aplicativo Pokémon Go, que fez (e ainda faz) muito sucesso entre as crianças? O Instituto PROA desenvolveu um novo app parecido. Só que ao invés de “caçar pokémons”, os pequenos vão conhecer museus, teatros e outros quase 3.500 mil pontos de cultura da cidade de São Paulo/SP.

Utilizando a realidade aumentada e missões espalhadas por toda a capital paulista, o jogo Proacoins tem o objetivo de ampliar a visita de alunos a equipamentos culturais. Criado pelo Instituto PROA, que apoia jovens no início de carreira ou em busca do primeiro emprego, o jogo foi desenvolvido em parceria com a Prefeitura de São Paulo, a Secretaria de Cultura e a empresa de tecnologia Oracle.

Aplicativo gratuito

Disponível gratuitamente para Android e iOS, o game permite aos alunos acessarem mais de 10 mil tarefas nas diferentes regiões da cidade. Conforme eles caminham com o GPS do celular habilitado, são desafiados a conhecer a história de um monumento ou fazer uma pausa para visitar uma exposição próxima.

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Após conhecer os espaços sugeridos pelo aplicativo, o usuário participa de um quiz para ganhar pontos. As moedas virtuais funcionam como uma espécie de programa de milhagens, que permite a troca de “proacoins” por ingressos e bolsas de estudos. Apesar do aplicativo estar disponível para qualquer pessoa interessada, as recompensas são habilitadas apenas para alunos de escolas públicas. Com pouco mais de 3 mil pontos, por exemplo, que podem ser facilmente computados durante um passeio por diferentes pontos da Avenida Paulista (cada missão soma em média de 100 a 200 pontos), o jovem consegue ganhar um ingresso de cinema. Se conseguir juntar 120 mil pontos, ele tem a chance de fazer um intercâmbio de um mês na Oceania.

Sucesso entre os usuários

Ex-aluna do Instituto PROA, Isabele Prieto, 19, foi uma das voluntárias que ajudou a testar o aplicativo. “Na época do lançamento, eu trabalhava perto da Faria Lima [na zona oeste]. Andar com o aplicativo aberto foi uma experiência muito legal porque eu pude ver a quantidade de pontos de cultura que estavam perto de mim e eu não sabia”, conta.

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Para a ex-aluna Maria Luiza Soares, 17, o aplicativo também ajudou a chamar atenção para pontos da cidade que muitas vezes passam despercebidos. Para exemplificar, ela cita uma missão na Praça da Sé, um dos principais cartões-postais da cidade. “Ela perguntava o que representavam as estátuas na frente da igreja e o que significam as imagens do Marco Zero da cidade. Foi sensacional conhecer essas histórias.”

Créditos das imagens: Porvir

Fontes:
http://porvir.org/aplicativo-funciona-como-pokemon-go-da-cultura-para-jogador-explorar-a-cidade-de-sao-paulo/

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