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A Escola de Inventor

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A Escola de Inventor é uma startup educacional de Ribeirão Preto/SP que utiliza métodos ativos de aprendizagem para estimular o desenvolvimento de competências e habilidades do século 21. Seus cursos são realizados em contraturno e recebem nomes de grandes cientistas, como Galileu Galilei, Arquimedes e Isaac Asimov.

Baseada em conceitos da cultura maker e da aprendizagem criativa, a escola utiliza estratégias para envolver os alunos na condução de projetos e incentivá-los a trabalhar em equipe para execução de tarefas. Os desafios são gerenciados através dos métodos do design thinking, que combina pesquisa, empatia, geração de ideias e prototipações para se chegar à inovação, além do scrum, que entra no momento posterior à formatação da ideia para ajudar os alunos a dividirem pequenas partes de um projeto, elencando prioridades e o tempo de execução de cada etapa.

Funcionando desde 2015, a Escola de Inventor surgiu a partir de uma necessidade. Conforme Fábio Javaroni, coordenador da Escola de Inventor, “percebemos que a educação tinha um déficit na parte de trabalho em equipe e resolução de problemas voltados para o século 21″. Se no início as aulas eram apenas de programação e robótica, agora há experimentação de assuntos de ciências e matemática. Fábio menciona a adoção de metodologias ativas: “Pegamos um pequeno grupo de alunos e começamos a dar aulas, mas chegou um momento em que percebemos que eles mais copiavam do que absorviam os conteúdos”.

As aulas semanais de 2 horas, sempre começam com um questionamento, onde as crianças são instigadas e recebem desafios. Para solucioná-los, os alunos precisam colocar a mão na massa, experimentar e lidar com possíveis erros, sendo livres para pensarem nos caminhos para resolvê-los. Por exemplo: foi desenvolvido um foguete de papel e um dos estudante teve a ideia de colocar um paraquedas na ponta do foguete para ver o que acontecia quando ele era lançado. Em um desafio com carrinhos de brinquedo, eles também fizeram construções em formatos incomuns que davam certo. Já com a missão de construir um avião que pudesse planar por algum tempo no ar, a aluna Ana Maria Tonetto Figueiredo, 12, realizou diversos testes e teve que aprender a calcular do centro de gravidade do objeto. “A gente não fez aqueles aviões de papel que você joga e depois cai. Foi bem legal colocar a mão na massa“, conta.

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Créditos da imagem: Escola de Inventor (www.escoladeinventor.com.br)

Fonte:
http://porvir.org/escola-no-contraturno-usa-metodologias-ativas-para-formar-pequenos-inventores/

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